EAJ realiza campanha Setembro Amarelo com ações remotas

Setembro é o mês de prevenção ao suicídio. Durante todo mês, diversas campanhas alertam a população para a atenção com as pessoas com comportamentos suicidas. O cuidado e a busca por um profissional competente estão entre algumas medidas que podem ajudar a pessoa com algum transtorno psicológico a lutar contra esse mal.

A Coordenação de Políticas Estudantis (COPE) e o Serviço de Psicologia da Escola Agrícola de Jundiaí (EAJ-UFRN) estão realizando uma série de ações ligadas ao tema, desde o início do mês. Devido ao período de pandemia, essas ações estão acontecendo de forma remota, através das redes sociais da escola na internet, com publicações informativas e educativas sobre o tema.

Outra produção importante, também sobre essa temática, é um podcast, que foi veiculado por meio da Web Rádio Formigão FM⏤ que faz parte de um projeto de extensão da EAJ. O programa foi veiculado na última sexta-feira (11), através do endereço eletrônico formigaofm.webradiosite.com e contou com a participação da psicóloga da Escola Agrícola, Clariana Morais. Dentro das ações, a Psicóloga também realizará, juntamente com a estudante de medicina da EMCM/UFRN e presidente da Liga Acadêmica de Psiquiatria do Seridó (LAPS), Lauanda Rocha, a palestra intitulada “Saúde mental hoje e amanhã: o suicídio no diferentes campos de formação”. A ação acontecerá amanhã (16), às 09h, através da plataforma Google Meet. A palestra será aberta à comunidade e o endereço para participar estará disponível a partir das 07h, no perfil da Escola Agrícola de Jundiaí no Instagram.

Clariana lembra que o período de distanciamentos expõe ainda mais a vulnerabilidade humana diante dessa questão e afeta as relações, sobretudo no que diz respeito a tratamentos médicos. “Sofremos hoje o isolamento social, o qual, de maneira contraditória nos preserva e nos expõe a perigos. Nos preserva da contaminação pelo COVID-19 e nos expõe a antigos e novos fantasmas da mente que podem, potencialmente, nos aproximar dos pensamentos suicidas, além de tornar os tratamentos médicos e psicólogos mais difíceis de acontecerem, disse.

A psicóloga lembra também a importância desse mês como um marco para discussões sobre a preservação da vida e destaca os dados da Organização Mundial de Saúde, que revelam que a cada quarenta segundos uma pessoa comete suicídio no mundo. “Apesar do desafio, o setembro amarelo de 2020 não pode passar em branco e com a colaboração de todos, comunidade, serviços e especialistas vamos debater e construir novas pontes em prol da vida”, finalizou.

Comunicação EAJ

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