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Ex-prefeita acompanhada do vice-prefeito, Olímpio

Ex-prefeita acompanhada do vice-prefeito, Olímpio

O maior desafio da ex-prefeita Marília Dias (PMDB) neste momento é buscar conseguir apoio político, pois até agora nenhum partido se posicionou que esteja alinhado ao projeto de volta da ex-prefeita ao executivo. Com várias candidaturas da oposição, onde hoje já temos mais de três pré-candidatos, ficará mais difícil ainda compor um grupo grande de partidos, quem tiver a melhor articulação política e condições de ajudar a coligação levará esse apoio.

VALÉRIO-MESQUITA-17

O ex-conselheiro do Tribunal de Contas do Estado, Valério Mesquita, deve anunciar hoje (31) sua nova sigla. Valério deixou o PMDB liderado no estado pela família Alves, após não ter seu nome escolhido para disputar a Prefeitura de Macaíba, com a decisão favorável à ex-prefeita Marília Dias, Valério Mesquita só viu que podia enfrentar o prefeito Fernando Cunha (PSD) indo para outra sigla, e assim vai fazer.

Foto: Câmara Municipal de Macaíba

Foto: Câmara Municipal de Macaíba

Até o momento a mesa diretora da Câmara Municipal de Macaíba não se manifestou a respeito da falta do portal próprio da transparência do legislativo macaibense. A Câmara é presidida pelo vereador Gelsom Lima (PSB) que já deveria ter se manifestado sobre o assunto. Na rede social Facebook, a internauta Jéssica Macedo  afirmou que a Câmara irá criar o portal quando for obrigada pelo Ministério Público.

Leia a matéria sobre o caso

Câmara Municipal de Macaíba não deu sinal de quando irá ter seu próprio portal da transparência

A Câmara Municipal de Macaíba ainda não deu sinal de quando irá ter seu próprio portal da transparência. Parece que os vereadores da “Casa do Povo” não estão muito ligando para um fator importante, a transparência. O legislativo macaibense teve ano passado despesas acima dos R$ 5 milhões de reais, para saber isso tivemos que ir buscar essa informação no portal da Transparência da Prefeitura, mesmo assim não existe detalhamento de receitas e despesas, também não tem como saber quais empresas  prestam serviço para o legislativo, apenas consta números de documentos e os valores pagos.

Diferente da Câmara de Macaíba, o legislativo da cidade de Ceará-Mirim é um dos melhores que encontramos, pois o cidadão pode ver a quantidade de servidores, quanto eles recebem, quem são os fornecedores e quanto eles recebem, além disso o site da Câmara Municipal de Ceará-Mirim transmite as sessões ao vivo via internet, tudo com baixo custo segundo nos relatou o vereador e Presidente da Câmara, Renato Martins.

Bastidores

Um novo partido para Mesquita

O ex-conselheiro do Tribunal de Contas do Estado, Valério Mesquita, deve anunciar a partir de amanhã (31) sua nova sigla. Valério deixou o PMDB liderado no estado pela família Alves, após não ter seu nome escolhido para disputar a Prefeitura de Macaíba, com a decisão favorável à ex-prefeita Marília Dias, Valério Mesquita só viu que podia enfrentar o prefeito Fernando Cunha (PSD) indo para outra sigla, e assim vai fazer.

Falta juventude

Recentemente foi anunciado nas redes sociais que um jovem assumiu a presidência da juventude de um partido que vai disputar o pleito, nos bastidores corre a seguinte pergunta, como ele assumiu a presidência de uma juventude, se o partido não tem juventude formada ainda?

A caneta faltou tinta?

O canetaço anunciado por este blog faltou tinta. Como justificativa, o interlocutor que nos informou o “canetaço” afirmou que houve sim demissões, não dentro do palácio, mas nas prestadoras de serviço. Fez questão de colocar no papel os números, realmente teve canetaço.

Liderança do PMDB

Uma liderança do PMDB que ainda aguarda o momento certo para se posicionar, disse que a repórter do povo, Ceiça Lima, vai tirar voto de uma das vereadoras da Câmara Municipal. “Ela tem serviço social prestado em várias comunidades, além da exposição no site que ela atua, vai tirar voto da vereadora” Quem será essa vereadora?

 

Felipe Pontes – Repórter da Agência Brasil

A avaliação negativa do governo da presidenta Dilma Rousseff apresentou melhora de um ponto percentual em março. A porcentagem de entrevistados que consideram a gestão federal ruim ou péssimo caiu de 70% em dezembro para 69% agora, segundo pesquisa do Ibope divulgada hoje pela Confederação Nacional da Indústria (CNI).

O percentual de brasileiros que avaliam o governo como regular caiu de 20% para 19%, enquanto a parcela que considera a gestão ótima ou boa subiu um ponto percentual, de 9% para 10%.

No que diz respeito à maneira de Dilma governar, a taxa ficou estável, com desaprovação de 82% dos entrevistados. Os que aprovam também se mantiveram nos 14%.

Por outro lado, subiu o número de pessoas que disserem não ter confiança em Dilma, com alta de dois pontos percentuais, de 78% para 80%. Os que disseram ter confiança ficaram estável em relação à pesquisa anterior, realizada em dezembro, no patamar de 18%.

Em uma análise de perspectiva futura, subiu também o percentual de entrevistados que acreditam que o restante do governo Dilma será ruim ou péssimo, de 65% para 68%. A avaliação regular caiu de 20% para 18%, ótimo e bom teve oscilação para cima, de 9% para 10%.

A aprovação do governo Dilma mantém-se há quatro trimestres no nível mais baixo já registrado para uma gestão federal desde novembro de 1989, quando a pesquisa do Ibope registrou apenas 9% de aprovação ao governo José Sarney. À época, a hiperinflação era um dos principais problemas enfrentados por brasileiros.

A pesquisa Ibope/CNI entrevistou 2002 pessoas entre os dias 17 e 20 de março, em 142 municípios. A margem de erro é de dois pontos percentuais.

Senadinho Macaíba – Na oportunidade, Valério Mesquita declara “que irá se filiar a um novo partido, que não esconda a face de ser oposição”. Disse ainda que “não atua na política preso ao cabresto de nenhum político profissional do Rio Grande do Norte, pois quem manda é o povo que permanece consciente acima de tudo”.

Através do seu Facebook, a porta-voz nacional da REDE Sustentabilidade, Marina Silva se manifestou sobre o rompimento do PMDB do Governo da Presidente Dilma rousseff (PT).

“Em três minutos, apenas três minutos, e por unanimidade dos diretórios presentes, o PMDB abandonou o governo do qual foi o maior sócio e beneficiário nos últimos 13 anos. Nenhuma satisfação à sociedade, nenhum pedido de desculpas por ter sido igualmente responsável por tudo o que levou à situação atual, nenhuma autocrítica, nenhuma proposta. Apenas a jogada política supostamente magistral para tentar se descolar da crise política e reinventar-se como solução. Continua o mesmo e velho PMDB tentando renascer das cinzas da fogueira que ele ajudou a atear”.

André Richter – Repórter da Agência Brasil

O juiz federal Sérgio Moro admitiu ontem (29) ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Teori Zavascki que lamenta e pede “escusas” por ter autorizado a divulgação de escutas telefônicas entre o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a presidenta Dilma Rousseff. Ao ministro, Moro também disse que não teve intenção de provocar polêmicas, conflitos ou constrangimentos.

“Diante da controvérsia decorrente do levantamento do sigilo e da decisão de vossa excelência, compreendo que o entendimento então adotado possa ser considerado incorreto, ou mesmo sendo correto, possa ter trazido polêmicas e constrangimentos desnecessários. Jamais foi a intenção deste julgador, ao proferir a aludida decisão de 16 de março, provocar tais efeitos e, por eles, solicito desde logo respeitosas escusas a este Egrégio Supremo Tribunal Federal”, disse Moro.

Moro enviou as informações a pedido de Zavascki após a decisão do ministro que determinou a suspensão das investigações da Operação Lava Jato que envolvem Lula e envio dos processos ao Supremo.

Com a decisão de Teori, Moro avaliou que seu entendimento sobre a questão foi incorreto. O juiz também afirmou que não determinou a quebra de sigilo telefônico de nenhuma pessoa com prerrogativa de foro e que os diálogos envolvendo a presidenta Dilma e ministro do gabinete pessoal da presidência, Jaques Wagner, o ministro da Fazenda, Nelson Barbosa, e parlamentares, foi encontrada de forma fortuita nas investigações.

“O levantamento do sigilo não teve por objetivo gerar fato político-partidário, polêmicas ou conflitos, algo estranho à função jurisdicional, mas, atendendo o requerimento do MPF, dar publicidade ao processo e especialmente a condutas relevantes do ponto de vista jurídico e criminal do investigado do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva que podem eventualmente caracterizar obstrução à Justiça ou tentativas de obstrução à Justiça”, justificou Moro.

Lula

No despacho, Moro também cita um áudio no qual ex-presidente Lula entrou em contato com o ministro da Fazenda, Nelson Barbosa. Segundo Moro, Lula tentou que houvesse interferência de Barbosa na Receita Federal. Segundo o juiz, Lula “aparentemente” tentou interferir nas investigações.

“Em cognição sumária, o ex-presidente contatou o atual ministro da Fazenda buscando que este interferisse nas apurações que a Receita Federal, em auxílio às investigações na Operação Lava Jato, realizada em relação ao Instituto Lula e a sua empresa de palestras. A intenção foi percebida, aparentemente, pelo ministro da Fazenda, que, além de ser evasivo, não se pronunciou acolhendo a referida solicitação. O ex-presidente, aparentemente, tentou obstruir as investigações atuando indevidamente, o que pode configurar crime de obstrução à Justiça”, disse o juiz.

Iolando Lourenço e Luciano Nascimento – Repórteres da Agência Brasil

Líderes do PMDB consideram o dia 12 de abril como data limite para a entrega dos cargos do partido no governo, inclusive os sete ministérios. Mais cedo, o Diretório Nacional do PMDB decidiu hoje (29), por aclamação, deixar a base aliada do governo da presidenta Dilma Rousseff.

“Existe uma discussão sobre dar um prazo, acho até que é uma coisa razoável, ministro não pode sair batendo portas deixando assuntos importantes do ponto de vista do interesse público nacional por resolver”, disse o presidente da Fundação Ulisses Guimarães, Moreira Franco.

Mesmo com o rompimento, os líderes do PMDB disseram que o partido não será oposição, mas que vai adotar uma postura de independência. “Nós seremos independentes. O que for de interesse do governo e importante para o Brasil nós iremos votar. Se for algo que nós não concordemos, nós diremos claramente, não teremos mais atrelamento à base do governo”, disse o senador Romero Jucá, vice-presidente do PMDB.

André Richter – Repórter da Agência Brasil

O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, enviou ontem (28) ao Supremo Tribunal Federal (STF) parecer favorável à nomeação do ex-presidente Luiz Inácio Lula Silva no cargo de ministro da Casa Civil.

Apesar de entender que a nomeação deve ser validada para evitar danos à governabilidade diante da crise política, Janot sustentou que a nomeação teve por objetivo tirar a competência do juiz federal Sérgio Moro para presidir as investigações contra o ex-presidente Lula.

“Considerando a competência constitucional da presidenta da República para nomear ministros de Estado e a crise política instaurada no país, a suspensão do ato político-administrativo poderá causar graves danos à ordem institucional”, argumentou Janot.

De acordo com o procurador, as investigações contra o ex-presidente Lula na Operação Lava Jato até a data da nomeação devem ficar sob responsabilidade do juiz Sérgio Moro.

“A partir do acervo probatório dos autos e de elementos que se tornaram notórios desde a nomeação e posse do ex-presidente, é lícito concluir que a nomeação foi praticada com a intenção, sem prejuízo de outras legítimas, de afetar a competência do juízo de primeiro grau”, acrescentou o procurador.

Na semana passada, o ministro Gilmar Mendes suspendeu a posse do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva no cargo de ministro-chefe da Casa Civil. Na decisão, Mendes também disse que a nomeação de Lula para a Casa Civil teve o objetivo de retirar a competência de Moro para investigá-lo.

Claúdio Marques

Nos bastidores da política, se comenta que à ex-prefeita Marília Dias ainda comemora a vitória que obteu após ser a escolhida pela cúpula do PMDB para ser a candidata do partido ao executivo de Macaíba.  A ex-prefeita terá o apoio de toda família Alves para enfrentar o atual prefeito, o médico Fernando Cunha (PSD), que terá como maior aliado o Governador Robinson Faria (PSD).

Como havíamos afirmado ontem (27),  Henrique Eduardo Alves teria que deixar  o ministério do Turismo caso o PMDB saisse da base do Governo Dilma, o partido ainda não anunciou saída, mas a saída do ministro demonstra que o partido não ficará com o governo petista.

O ex-conselheiro do Tribunal de Contas do Estado, Valério Mesquita, após não ter seu nome escolhido pela cúpula do PMDB, vai deixar a sigla presidida pela família Alves. A ex-prefeita Marília Dias acabou sendo o nome escolhido pelo diretório estadual, o filho da terra, Valério pretende ir para outra legenda e disputar o pleito. A informação da saída do PMDB foi dada pela Senadinho Macaíba.

Entrevista do Professor João  Marques a Connect TV

A nossa reportagem recebeu em nosso estúdio, o Professor João Marques. Ele que há mais de 30 anos tem um trabalho na cidade de Macaíba em defesa dos pobres e com especial atuação na defesa dos direitos da classe trabalhadora. Quando perguntado sobre umas postagens que estavam sendo veiculadas em alguns meios de comunicação da internet, de que ele era defensor de bandidos, o professor foi muito sereno e claro, ao dizer: “Eu, João Marques, filho de trabalhador e trabalhadora nunca defendi bandidos. Seja assassino ou ladrão. Ao contrário, ao longo da minha vida, sempre defendi a cidadania. E defender a cidadania é defender a vida e o correto em sociedade.” Sou contra todo e qualquer tipo de bandido, inclusive os de “colarinho branco” ou aqueles que usam a farda militar para fazer bandidagem”. ”O meu trabalho na cidade de Macaíba e em todo estado é um só. Sou contra qualquer tipo de bandidagem e defendo o estado de direito. O respeito da hierarquia das normas e dos direitos fundamentais. Quem for desrespeitador deste princípio encontrou em mim um inimigo. Farei tudo para que este direito a vida e as regras sejam respeitadas. Atuo na luta sindical. Luto na defesa e proteção aos animis irracionais e racionais. Luto em defesa da vida. Isso não é proteger bandido.

Perguntado por nossa reportagem se tinha suspeita de quem está fazendo esse tipo de ameaça e falas indevidas sobre sua pessoa, o professor João Marques preferiu não comentar. Mas segundo ele, todas essas
postagens estão sendo rastreadas e em breve o agressor será denunciado na justiça e terá que responder legalmente.

Quanto ao seu trabalho, professor João Marques informou que continuará fazendo, seja na luta sindical ou na defesa da vida. Informou que é árdua a caminhada e confessa ter mais medo das represálias dos “bandidos de colarinho branco, esses usam até os bandidos de farda para existir”, enfatizou o professo João Marques.

Ao contrário, é lutar para que todo e qualquer bandido, seja ele de colarinho branco ou farda militar, se for bandido, SEJA PRESO. É essa minha luta e não tenho medo de viver. E se alguém tem raiva do meu trabalho, que ao invés de ficar postando falas infundadas sobre o meu trabalho, que seja homem o suficiente de me enfrentar. Tenho medo de morrer. Mas medo de falar a verdade e lutar para prender todo e qualquer tipo de bandido, nunca terei. Quem for homem o suficiente venha me enfrentar. Agora não usem da calada da noite ou da espreita indevida, venha de peito aberto feito eu. Sem armas e com a coragem. Se é que tem?

André Richter – Repórter da Agência Brasil

O juiz federal Sérgio Moro deve enviar hoje (28) ao Supremo Tribunal Federal (STF) a lista de pagamentos que teriam sido feitos a cerca de 200 políticos, apreendida em uma busca da Polícia Federal na casa de Benedicto Barbosa da Silva Júnior, um dos executivos da Odebrecht, durante a 23ª fase da Operação Lava Jato, conhecida como Acarajé, deflagrada no mês passado.

De acordo com análise premiliminar feita por Moro, a lista envolve pagamentos a pessoas com foro por prerrogativa de função, como deputados e senadores, e, portanto, deve ser remetida ao Supremo, instância responsável por esses processos.

Em despacho na última sexta-feira (25), no qual libertou nove presos temporários na 26ª fase da Operação Lava Jato, identificada como Operação Xepa, o juiz disse que ainda não é possível avaliar a legalidade dos pagamentos, sendo que a Odebrecht é uma das maiores doadoras para campanhas políticas.

“Os pagamentos retratados nas planilhas encontradas na residência do executivo Benedi­cto Barbosa podem ser doações eleitorais lícitas ou mesmo pagamentos que não tenham se efetivado”. diz Moro. “A cautela recomenda, porém, que a questão seja submetida desde logo ao Supremo Tribunal Federal”.

Na quarta-feira (23), Moro colocou em segredo de Justiça a lista de pagamentos. A medida foi tomada pelo juiz após a relação ter sido anexada ao processo sobre as investigações da  Lava Jato e  divulgada pela imprensa.