Política Arquivo

A cúpula da Rede Sustentabilidade, partido da ex-senadora e ex-presidenciável Marina Silva, está reunida neste fim de semana em Brasília, discutindo a conjuntura política e econômica do País. A sigla reafirmou a posição contrária ao impeachment da presidente Dilma Rousseff e de apoio à ação de cassação do mandato da presidente e do vice Michel Temer, via TSE (Tribunal Superior Eleitoral), segundo Marina ao Broadcast Político.

— Estamos dando toda a força às investigações, mas a melhor forma de dar encaminhamento é o processo no TSE. Dilma e Temer são faces da mesma moeda.

Apesar de não declarar apoio ao impeachment, Marina tem mantido um tom bastante crítico em relação à Dilma. No início do mês, ela declarou que a presidente não tinha mais a liderança política para liderar o País nem maioria no Congresso.

A ex-ministra não esconde a mágoa dos ataques que sofreu de Dilma na eleição de 2014. Naquele ano, ela apoiou o então candidato do PSDB, Aécio Neves, no segundo turno. Nas eleições presidenciais de 2018, Marina diz que ainda não sabe se será candidata, mas tem sido uma das favoritas nas pesquisas eleitorais.

O foco da reunião da Rede hoje – que contou com as presenças do líder da bancada na Câmara, deputado Alessandro Molon (RJ), e do senador Randolfe Rodrigues (AP) – foi a condução da política econômica do novo ministro da Fazenda, Nelson Barbosa, e as medidas de ajuste fiscal que foram patrocinadas pelo governo petista. O partido de Marina reiterou que não apoiará o retorno da CPMF, declarou Randolfe.

— Não se pode reduzir a carga tributária e não há condição de aumentar a carga.

Os dirigentes da Rede avaliam que os primeiros movimentos da atual equipe econômica demonstram contradição no discurso do governo. Os “marineiros” criticam a posição de Barbosa, que “ora acena com o ajuste fiscal para o mercado, ora para a base social”.

Bazileu Margarido, porta-voz do partido, criticou.

— Está havendo pouca clareza, sinais contraditórios do novo ministro em relação à política econômica.

Randolfe concordou.

— O governo está bipolar em relação à política econômica.

Os dirigentes do partido voltam a se reunir neste domingo (17), e, após o encontro, deverão conversar com a imprensa sobre o que foi debatido ao longo do fim de semana.

Estadão Conteúdo

A  vereadora Kátia Sena (PRP) parece ter nada gostado de dois blogs da cidade terem  publicado que ela estaria numa situação preocupante diante da recusa de grupos políticos da cidade que estariam aceitando para compor na eleição deste pleito. A vereadora afirma em seu perfil no Facebook, que não está preocupada, pois tem atuação nestes três anos de mandato na área de segurança, saúde e educação e tem profissão( advogada) e pode viver dela.

Kátia que faz oposição ao prefeito Fernando Cunha (PSD), afirma que quem tá preocupado é o prefeito e seu grupo.

G1 – Blog do Camarotti

Sabe-se agora que a presidente Dilma Rousseff ficou tiririca com os termos da pré-delação do ex-diretor da área internacional da Petrobras, Nestor Cerveró. Na primeira versão de sua fala à Polícia Federal, Cerveró citou três vezes o nome da presidente quando falou sobre a compra da refinaria de Pasadena, nos Estados Unidos, que deu prejuízo milionário a Petrobras. O ex-diretor chegou a afirmar que Dilma estava “a par de tudo”.

Num desabafo reservado, na quarta-feira (13), Dilma demonstrou forte indignação. Na entrevista concedida hoje (15), a presidente tocou indiretamente no tema. “Eu, especialmente, responderei a qualquer coisa em quaisquer circunstâncias. As últimas denúncias que saíram são repetições. Querem a informação? Eu dou até o calhamaço feito e todas as atas do Conselho da Petrobras”, desafiou Dilma.

Mas ao firmar o acordo de delação premiada na Operação Lava Jato, Cerveró alterou sua versão sobre o pagamento de propina em obra da refinaria de Pasadena e retirou menções a Dilma. Mesmo assim, auxiliares da presidente estão atentos. Isso porque a delação de Cerveró ainda está em andamento, e ele pode falar especificamente de Dilma num outro anexo do depoimento.

Em março de 2014, Dilma responsabilizou a decisão pela compra de Pasadena ao parecer “falho” encaminhado por Cerveró ao Conselho de Administração da Petrobras. Na época da compra, Dilma era chefe da Casa Civil e presidia o conselho.

O governo está em alerta com a possibilidade da fala de Cerveró ser usada politicamente contra Dilma. A avaliação interna é que um episódio acontecido antes do mandato não teria base jurídica para ser usado num processo de impeachment. Mas há o reconhecimento de que isso pode trazer nova munição para oposição.

O ex-conselheiro do TCE, Valério Mesquita, continua na persistência em disputar a prefeitura de Macaíba. Para isso a presença de Valério na cidade vem sendo constante, superando até as visitas da ex-prefeita Marília Dias. Ainda esperando o resultado do diretório estadual sobre quem vai disputar o executivo pelo PMDB, o ex-prefeito de Macaíba tenta unir forças políticas em torno de seu nome, nada fácil onde os principais partidos estão em silêncio, principalmente o PSB e seu aliado de campanha, o Partido dos Trabalhadores (PT). No outro lado está o PR, que também já tem compromisso com o delegado normando Feitosa, que poderá vim a disputar a prefeitura.

Diante desse cenário Valério vai continua buscar apoio de lideranças dentro e fora do seu partido, uma coisa é certa, parte dos que apoiaram Marília Dias em 2012 estão com o prefeito Fernando Cunha, um ponto a menos para o PMDB. Do outro lado simpatizantes de Valério tentam “arrumar” o vice certo, pois acreditam que o vice não sendo Marília, ele terá que vim de outro partido, um dos nomes cotados são da vereadora Kátia Sena, vereador Edilvado ou o ex-vereador Odilon, este último mais provável.

Foto: Alberto Leandro

Ainda repercuti a informação dada pelo Macaíba o Ar, onde a Câmara Municipal de Macaíba realizou aditamento e renovou por mais um ano, o contrato de aluguel de carros para a instituição e para cada vereador. O contrato está no valor de R$ 306 mil reais, o jornalista Carlos de Souza  questiona se os vereadores não teriam condições de ter seus próprios veículos. Na verdade eles têm veículos próprios, só que preferem andar com o pago pelo contribuinte.

Repercutiu na imprensa

Via Senadinho Macaíba

A Rede Sustentabilidade, partido fundado pela ex-senadora Marina Silva, estará na tarde de hoje (14) reunindo os pré-candidatos que disputarão as eleições de 2016 em Natal. Entre eles o pré-candidato a prefeitura, Freitas júnior, porta-voz do partido no Rio Grande do Norte, outra figura pública que também estará presente será o policial federal aposentado, Sérgio Pinheiro, que concorrerá  uma vaga para Câmara Municipal. Outros partidos deverão está presente, o Partido Verde é um deles.

O evento será a partir das 14 horas, na sede do sindicato da polícia civil, na avenida Rio Branco, centro de Natal.

As oligarquias

Cidade da Grande Natal estará sendo destaque em um jornal da maior oligarquia do Rio Grande do Norte até a eleição, tudo porque o oligarca é amigo do filho do falecido que criou o jornal.

Se ajoelhou tem que rezar

Até o momento a quarta ponte de Coité continua só no papel, assim como o complexo  turístico que não foi finalizado, o azulão.

Da segurança

O futuro pré-candidato ao executivo continua sem querer oficializar a  pré-candidatura. Está evitando se desgastar antes do pleito.

Foi empossado ontem (12), o ex-vereador Odilon Benício como presidente do diretório municipal do PDT em Macaíba. A solenidade contou com vários membros de outros partidos, entre eles o vereador Luizinho (PSB), o delegado Normando Feitosa (PR), o ex-conselheiro do TCE, Valério Mesquita (PMDB), o Prof. Francisco Alexandre (REDE), além de lideranças e pessoas da sociedade civil.

Odilon Benício poderá vim como candidato a vice-prefeito caso Valério Mesquita consiga se candidatar ao executivo pelo PMDB. A posse aconteceu na Casa de Cultura popular de Macaíba.

A situação do ministro do Turismo, o potiguar Henrique Eduardo Alves (PMDB), é vista como “delicada” pelo cientista político e professor da Universidade Federal do Rio Grande Norte (UFRN) Antônio Spinelli, diante dos novos fatos envolvendo o auxiliar da presidente Dilma Rousseff. O cientista destaca, no entanto, que as denúncias precisam ser apuradas “com seriedade e isenção”, assim como as relacionadas a outros políticos potiguares envolvidos em acusações, a exemplo do senador José Agripino (DEM), conforme cita Spinelli.

Segundo informou o Estado de S. Paulo na semana passada, o ministro do Turismo fez lobby para a construtora OAS em dois tribunais de contas para evitar o bloqueio de recursos para as obras da empreiteira na Arena das Dunas, em Natal, um dos estádios da Copa de 2014.

As mensagens sobre o lobby nos tribunais foram trocadas entre junho e julho de 2013. Em 14 de julho, Alves promete a Léo Pinheiro agir no Tribunal de Contas da União (TCU): “Seg (segunda), em BSB (Brasília), vou pra cima do TCU. Darei notícias”, diz o atual ministro do Turismo.

Em outra mensagem, de 22 de junho de 2013, Henrique Alves diz a Léo Pinheiro que poderia marcar com o presidente do TCE-RN, na época Paulo Roberto Alves, que é irmão do senador Garibaldi Filho e primo de Henrique. “Tenho sim. E resolvo. Sou como você…! Charles poderia me procurar seg (segunda) cedo em casa? Já marcaria com o Pres TC, irmão do Garibaldi. Discutiríamos problema”, afirmou.

“A situação do ministro, como a de outros denunciados, é delicada. É preciso que as denúncias sejam apuradas, não deve existir tratamento diferenciado. Os tribunais de contas, tanto União como dos Estados, são constituídos por políticos, em geral, fracassados ou por pessoas que são apadrinhadas pelos governadores ou pelo Governo Federal. São tribunais destituídos de autoridade, sobretudo autoridade moral. Você vê o Tribunal de Contas da União, onde vários conselheiros, inclusive o presidente, respondendo a processos”, disse o professor.

Ainda segundo Spinelli, se houver indícios fortes do envolvimento do ministro em alguma irregularidade, caberá aos órgãos competentes a abertura de um inquérito. “Se ele se tornar réu, o que não significa uma culpa formada, mas é complicado para alguém que é ministro de estado. Até chegar a esse estágio, se os indícios forem fortes, a situação dele vai ficar delicada no governo federal”, acrescenta.

A OAS, que está sendo investigada na Operação Lava-Jato, foi uma das empresas que doaram recursos para a campanha eleitoral de Henrique Alves ao Governo do Estado em 2014. Ao todo a OAS doou R$ 3.100.000,00 em quatro doações durante a campanha.

Saiba mais: Henrique Alves recebeu quase R$ 16 milhões de empreiteiras envolvidas na Lava Jato

“Não é possível que não dê em nenhuma investigação, até pelo volume das denúncias, acho que a etapa da investigação virá com certeza. O Ministério Público se virá obrigado a isso. É um caso a se aguardar, vamos ver o que virá. O clima político é muito tenso, isso é um complicador a mais, há interesses muito conflitantes e eu diria que uma denúncia desse nível deixa o denunciado em situação delicada”, ressalta Spinelli.

Agora RN
 

A ex-prefeita de Macaíba, Marília Dias, continua no PMDB até o diretório estadual decidir quem será o candidato ao executivo macaibense. A dentista disputa dentro do partido com outro pré-candidato a vaga para concorrer a prefeitura contra o prefeito Fernando Cunha (PSD). O adversário de Marília, o ex-conselheiro do TCE, Valério Mesquita, decidiu ano passado que seu nome está apto ao pleito assim como de Marília e espera dela solidariedade.

Segundo Valério, foi ele quem impediu por duas vezes que tirassem o partido das  mãos de sua colega de partido. Por outro lado a ex-gestora não deu nenhuma declaração até agora que possa ser solidária com Valério Mesquita e que venha abrir  mão de disputar a eleição deste ano.

O nome da ex-governador Rosalba Ciarlini (PP) já está quase firmado para disputar a prefeitura de Mossoró. A disputa em Mossoró agitará toda região, pois a cada o prefeito da segunda maior cidade do estado perde força. O vice-prefeito rompeu com Francis José  Júnior (PSD) e anunciou sua pré-candidatura, trazendo ainda mais fragilidade ao prefeito do governador Robinson Faria.

A possibilidade do governador optar pela ex-aliada não está descartada, Robinson Faria não quer perder dentro da cidade que lhe ajudou a chegar ao centro administrativo como governador.

Nos últimos meses após anúncio oficial da pré-candidatura de Valério Mesquita (PMDB), a suposta candidatura do Partido dos Trabalhadores (PT) parece mais não vingar no diretório municipal de Macaíba. Os nomes especulados eram três, João Marques, Wellington Tinoco e José alcântara. A sigla que hoje sofre rejeição nacional pela crise econômica, política e os escândalos de corrupção envolvendo líder do governo no senado, tesoureiro e grande parte da base governista, deve ter forte perda de mandatos este ano e dificuldade para ganhar novas cidades.

Até o momento o partido dirigido pelo Professor João Marques, não definiu publicamente em qual lado estará, logo em Macaíba existe uma oposição dividida, entre Valério Mesquita, Marília Dias e a vereadora Kátia Sena. Nos bastidores se comenta que o partido possa está mais alinhado com a esposa do ex-vereador Thomas Sena.

 

Agora RN – No que depender do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) as eleições para prefeitos e vereadores em 2016 terão seus custos cortados drasticamente em todo o Brasil. O Rio Grande do Norte não fica de fora da Resolução Nº 23 do TSE de 15 de dezembro de 2015, que orienta o novo limite de gastos. De acordo com a norma, candidatos a prefeito e a vereador poderão investir setenta por cento (70%) do maior gasto declarado para o cargo em 2012. Em cidades onde houver segundo turno na disputa para prefeito esse gasto poderá ser acrescido em até 30% do valor previsto.

Quem desejar virar o chefe do executivo municipal de Natal poderá gastar até R$ 4.109.547,82 milhões no primeiro turno. Com cerca de 530 mil eleitores, o maior gasto de campanha para prefeito bateu a casa dos R$ 8.209.095,64 milhões em 2012. Em 2016, em caso de segundo turno, o total poderá ser acrescido em R$ 1.231.364,35, totalizando R$ 5.340.912,17.

Os valores serão atualizados monetariamente de acordo com a variação do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) da Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), ou por índice que o substituir.

Já os vereadores terão que respeitar o teto de R$ 253.699,87, diferente dos R$ 362.428,39 que foram gastos pelo vereador que apresentou maior poderio financeiro na campanha de 2012.

A mesma realidade será observada nos principais municípios da região metropolitana de Natal. Em Parnamirim, por exemplo, onde foram gastos  R$ 1.274.923,46 em 2012, o futuro candidato a prefeito poderá despender de até R$ 892.446,42. Em relação aos vereadores, a verba de campanha caiu de R$ 196.889,30 para R$ 137.822,51.

Com pouco mais de 65 mil eleitores, São Gonçalo do Amarante terá um prefeito cuja campanha custará até R$ 197.640,40, diferente dos R$ 283.343,43 apontados como sendo o maior gasto realizado por um candidato em 2012. Vereadores poderão desembolsar menos de R$ 50 mil: R$ 49.621,54.

Na vizinha Ceará-Mirim, candidatos a prefeito só poderão retirar do bolso R$ 418.250,00, bem menos do que os R$ 597.500,00 gastos em 2012. Os parlamentares do município poderão investir R$ 13.702,50, um pouco menos, se comparado aos R$ 19.141,22 permitidos no último pleito.

Conheça a resolução do TSE.