Meio Ambiente Arquivo

A Prefeitura de Macaíba vai multar quem colocar entulhos e podas na rua além do permitido por lei. De acordo com a Lei Complementar nº 002/2013, que institui o Código de Posturas do município, em seu Capítulo II, que trata da higiene pública, cabe aos grandes geradores de resíduos sólidos a coleta e a disposição final destes.

Quem infringir esta lei poderá ser multado. É importante lembrar que são considerados grandes geradores de resíduos sólidos quem produz uma quantidade superior a 500 litros ou 200 quilos.

Nos últimos três dias, foram retiradas das ruas nada menos que 150 caçambas de entulhos e podas, um número considerado muito alto. Mesmo com campanha educativa, instalação de placas e orientação da Secretaria de Meio Ambiente e Urbanismo – Semurb, algumas pessoas insistem em continuar colocando diariamente entulho e podas no meio da rua sem comunicar aos órgãos competentes.

 “A Administração Municipal sempre aposta em ações educativas e conta com a colaboração da comunidade para inibir práticas irregulares em relação à ordem pública e ao meio ambiente. Mas, infelizmente, ainda temos maus exemplos. Na última terça-feira, à noite, fizemos a limpeza na avenida Mônica Dantas e na rua Dona Emília. No dia seguinte, para nossa surpresa, os locais estavam novamente com entulhos. A comunidade informou e a Prefeitura autuou o cidadão infrator”, disse o secretário municipal de Meio Ambiente e Urbanismo, Joacy Carlos Pereira de Assis.

Dúvidas sobre fiscalização e denúncias de descarte irregular de lixo e entulho devem ser encaminhadas à Semurb, de segunda a sexta-feira, pelos telefones (84) 3271-6634 (Recepção) 3271-3180 (Fiscalização), de 8h às 17h.

A Prefeitura de Macaíba, por intermédio da Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Urbanismo, continua realizando o mutirão apelidado de “Bota-Fora”, destruindo os focos do mosquito Aedes Aegypti, transmissor de diversas doenças, como a Zika e a Dengue.

Desde o começo do ano, agentes de endemias e a empresa de limpeza urbana do município visitaram diferentes bairros para realização de mutirões de limpeza e ações de conscientização da população. Trabalhos de limpeza seguem acontecendo em todos os períodos.

O “Bota-Fora” também está sendo realizado pelo período noturno, uma novidade, que visa acelerar ainda mais o processo de limpeza das ruas da cidade, destruindo os focos e preservando a saúde de toda a população.

Estão em tramitação no Congresso Nacional dois projetos que prorrogam o prazo para que municípios passem a dar o destino adequado aos rejeitos de resíduos sólidos, fechem seus lixões e se ajustem de vez à Política Nacional de Resíduos Sólidos . A proposta que prevê o aumento escalonado do prazo, de acordo com o porte da cidade, é bem recebida pelo governo federal porque coloca os municípios na legalidade, como explica a diretora de Ambiente Urbano do Ministério do Meio Ambiente (MMA), Zilda Veloso.

“Apesar de não ser o ideal, se formos observar a Política de Meio Ambiente e a Lei de Crimes Ambientais, havia uma previsão de que os quatro anos seriam suficientes e não foram. O que a realidade nos mostra é que quem tem mais dificuldade são os pequenos municípios. Essa proposta tem uma concordância do Executivo porque ela cria critérios escalonados”, disse, explicando que o outro projeto que prevê a prorrogação linear de quatro anos seria menos justo com os municípios menores.

Para a coordenadora de Resíduos Sólidos do Instituto Pólis, Elisabeth Grimberg, a possibilidade de prorrogação da política é um desserviço e vai esticar seu processo de implantação. “Não contribui para avançar na perspectiva da mudança de padrão da gestão e destinação de resíduos. É um entrave porque quando terminar os novos prazos, de novo os municpois vão deixando pra depois”, disse.

Os problemas na implantação da política poderiam ser tratados de outra maneira, segundo Grimberg, com a atuação do Ministério Público promovendo, por exemplo, Termos de Ajustamento de Conduta  junto aos municípios, estabelecendo metas e discutindo como os gestores avançariam no gerenciamento de resíduos.

A Política Nacional de Resíduos Sólidos foi aprovada em 2010 e determina que todos os lixões do país deveriam ter sido fechados até 2 de agosto de 2014  e o rejeito (aquilo que não pode ser reciclado ou reutilizado) encaminhado para aterros sanitários adequados.

O Projeto de Lei 2289/2015 , aprovado no Senado e em tramitação na Câmara dos Deputados, dá prazo até 31 de julho de 2018, para capitais e regiões metropolitanas se adequarem; até 31 de julho de 2019, para municípios com população superior a 100 mil habitantes; até 31 de julho de 2020, para municípios com população entre 50 mil e 100 mil habitantes e até 31 de julho de 2021, para aqueles com população inferior a 50 mil habitantes.

Segundo a diretora do MMA, os médios e pequenos municípios poderiam formar consórcios para construção de aterros, mas acabaram esbarrando na falta de vontade política, falta de técnicos locais para estar à frente dos projetos e de recursos financeiros. “A política hoje é mais complexa, exige que exista um plano de gestão, que o que vá para o aterro seja só rejeito, então tem que ter coleta seletiva e redução da geração de resíduos. Mas solução não é muito fácil”, explicou.

Veloso conta que aproximadamente 41% dos municípios já elaboraram seus planos de gestão e que apenas 58% dos resíduos sólidos gerado nas cidades estão indo para aterros sanitários adequados . Sem a prorrogação dos prazos, os gestores municipais que não se adequaram à política estão sujeitos a ação civil pública, por improbidade administrativa e crime ambiental.

Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil

 Profissionais que trabalham na empresa de limpeza urbana (TCL) de Macaíba nos relatam que está havendo um grande esforço na limpeza, mais o maior problema são os locais onde os carros não podem entrar e as pessoas que colocam lixo na rua mesmo sabendo que o carro coletor tem acabado de passar.

Sabemos que cresceu a demanda pela limpeza em virtude do crescimento urbanisco da cidade, onde várias áreas verdes hoje estão em construção, não só de conjuntos habitacionais ou comdominios e sim de pessoas que planejaram crescer suas casas, e a partir daí aparece o problema do crescimento do lixo tipo poda e entulho nas ruas, vendo por este lado a população precisa colaborar não colocando o lixo na rua quando vi que o carro de limpeza já passou. Segundo nos relatou um dos garis, tem bairro que é limpo pela manhã, quando é a tarde o local que foi limpo naquele dia já está cheio de entulhos e podas, dessa forma fica difícil de se ter uma cidade mais limpa.

Para mais informações sobre a limpeza o morador que tem entulho ou poda para o carro coletar, deve  ligar para a Secretaria de Meio Ambiente e Urbanismo (3271-6557).

O que vem sendo assunto principal nas redes sociais e principalmente no facebook, é o problema do lixo em Macaíba. O fato vem chamando atenção após os alertas sobre a proliferação do mosquito Aedes Aegypt, que vem sendo apontado como causador da microcefalia em crianças recém nascidas, além de transmissão do Zika Vírus. A prefeitura de Macaíba vem realizando um esforço para acabar com a situação que a cidade vem passando, ano passado até realizou uma boa campanha com o projeto Minha Cidade Mais Limpa. Mais precisa de um  esforço maior e de uma campanha educativa permanente e só através de panfletos isso não será alcançado até porque os panfletos também geram lixo. Vendo por este lado a prefeitura de Macaíba necessita fazer uma campanha educativa que consiga atingir grande parte da população, em uma campanha permanente, hoje uma das alternativas seria através da internet, no uso das redes sociais, blogs e portais da cidade, além do uso do rádio para alcançar o público mais idoso, que não tem tanto uso da internet, sem um esforço dessa forma, ficar fazendo mutirões não vai resolver, estará apenas fazendo um paliativo, até porque grande parte desse acúmulo de lixo vem acontecendo por dois motivos, um é a demanda que a empresa não vem dando conta e a outra é a cultura da população colocar o lixo após o carro de coleta passar.

O esforço através dos multirões deve ser reconhecido como um bom  interesse, mais falta informação e estimulação para mudança de cultura de se colocar o lixo na rua mesmo após o carro de limpeza ter passado. Falta informação e um cronograma de rotas disponivel para população através da internet, além de campanhas educativas e informativos permanentes.

Em conversa com alguns profissionais da limpeza da cidade, foi nos relatado que o maior problema hoje está no  lixo de podas e entulhos, este portal até já sugeriu que aconteça uma mudança na coleta de entulhos, devendo ser utilizado caçambas moveis que podem ficar no bairro e depois pode ser levada por carro com guicho, que pode levar até o transbordo, em relação a poda a cidade ainda é bastante coberta pela vegetação e o crescimento urbanistico vem fazendo com que essa vegetação venha sendo retirada, como o morador não tem obrigação de destinar esse tipo de lixo, ele coloca lixo na rua mesmo que não seja o dia da limpeza daquele tipo de lixo. Tudo isso é causado pela cultura e falta de informação de como a limpeza ocorre na cidade.

Sendo realizadas campanhas permanentes e mudança de como recolher o lixo, não havendo mudanças da população no tratamento de como proceder em relação ao lixo, a partir daí deve se passar a cobrar de quem suja a cidade.

Edwirges Nogueira – Correspondente da Agência Brasil

Num cenário em que mais de 80% da população brasileira vive no ambiente urbano, as cidades assumem papel de protagonistas na implementação de ações sustentáveis e no enfrentamento às mudanças climáticas. Até amanhã (25), em Fortaleza, gestores municipais, pesquisadores e entidades nacionais e internacionais debatem as responsabilidades, os desafios e as oportunidades dos governos locais diante dessa realidade.

A 2ª Jornada sobre Cidades e Mudanças Climáticas ocorre após a 21ª Conferência das Partes da Convenção da Organização das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP 21), realizada em dezembro de 2015, na França, quando os governos estaduais e municipais foram considerados atores fundamentais na construção de ações sustentáveis no ambiente urbano.

“O engajamento dos governos locais foi acontecendo paulatinamente nos últimos cinco, dez anos. Começamos a ver algumas prefeituras tomando à frente em ações, fazendo inventários de emissões de gases [de efeito estufa] e começando a discutir o que pode ser feito para assegurar que a qualidade de vida da população não seja tão impactada pela intensificação dos desastres naturais”, disse o secretário-executivo do Observatório do Clima, Carlos Ritll.

Esse engajamento, segundo Ritll, não passa somente pela adaptação aos efeitos das mudanças climáticas. Para ele, as cidades precisam com urgência realizar ações para mitigar a emissão de gases de efeito estufa, que agravam o aquecimento global.

Como exemplo dessa urgência, Ritll lembrou que 30% das cidades brasileiras decretaram situação de calamidade devido a desastres naturais. No Ceará, segundo Observatório do Clima, 83% dos municípios estão em emergência por conta da seca, que já se estende pelo quinto ano seguido.

Ações locais

Segundo o especialista, poucas cidades brasileiras têm políticas voltadas para a sustentabilidade e, diante do atual cenário, é preciso que elas se apressem para dar conta dos desafios do meio ambiente.

“As cidades começam a perceber a seriedade do assunto, mas são poucas as que pensam o caminho do seu desenvolvimento voltado para um momento em que o clima fica cada vez mais difícil. Existe uma evolução clara, mas ainda muito lenta. Precisamos que essa agenda ande mais rápida”, avaliou.

Para o prefeito de Belo Horizonte e presidente da Frente Nacional de Prefeitos (FNP), Márcio Lacerda, há soluções que as cidades podem desenvolver de forma independente, mas é importante haver um alinhamento com políticas nacionais mais amplas.

“As questões sobre saneamento, áreas verdes, resíduos sólidos e transporte são parte de um conjunto muito grande de ações que podem ser tomadas localmente e que não dependem de políticas nacionais. Há esse espaço de criatividade e de mobilização local, mas é importante a coordenação nacional de uma série de políticas”.

Na COP 21, o Brasil apresentou metas ambiciosas de redução de emissões. O país quer, por exemplo, alcançar 23% de participação de fontes renováveis (excluindo hidrelétricas) na matriz energética, o dobro do percentual atual. De acordo com o secretário interino de Mudanças Climáticas e Qualidade Ambiental do Ministério do Meio Ambiente, Adriano Santhiago de Oliveira, o alcance dessas metas passa pela contribuição das cidades.

“As cidades terão um papel fundamental no alcance de todos os objetivos, como reflorestamento, recuperação de áreas degradadas. Mais do que isso, os municípios precisam estar preparados para a questão da adaptação. Existe uma mudança do clima que já está comprometida, vai acontecer, e os municípios terão que estar preparados porque, no final das contas, o impacto de um problema que é causado globalmente vai acontecer localmente”.

A semana  começou e a população nas redes sociais está reclamando constantemente do acúmulo de lixo nas ruas de Macaíba. Além do lixo doméstico foram postadas vários pontos da cidade com entulhos nas ruas, até no centro da cidade. Mesmo a coleta estando regular, a empresa responsável não vem dando conta. Também queremos registrar que o lixo tipo entulho deve sempre ser colocado na rua após o morador marcar junto com a empresa de limpeza do lixo (TCL) em qual dia ela poderá mandar retirar o lixo.

Foto: Valter Medeiros

O comportamento de machos cantores de Baleia Jubarte é o tema da dissertação da mestranda do Programa de Pós-graduação em Psicobiologia, do Centro de Biociências da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), Laura Kyoko Honda.

A pesquisa intitulada “Ecologia do Movimento de Machos Cantores de Baleia Jubarte (Megaptera novaeangliae) no Sítio Reprodutivo de Abrolhos – BA” também buscou entender como os machos de Baleia Jubarte se relacionam entre si e como se comportam frente às embarcações, muito frequentes naquela região.

Os estudos sobre movimentação podem fornecer diversos tipos de informações sobre a ecologia de diferentes grupos animais como aves, mamíferos e, até mesmo, invertebrados como moluscos. “Podemos buscar entender como eles utilizam seu habitat e até dar dicas de como eles se comportam, principalmente em locais onde não conseguimos enxergá-los diretamente, como no caso das baleias jubarte”, relata a pesquisadora.

A coleta dos dados foi feita utilizando-se conjuntos de cinco gravadores de som autônomos desenvolvidos pelo Programa de Pesquisas em Bioacústica da Universidade de Cornell – EUA. O estudo foi realizado no sítio reprodutivo das baleias Jubarte no oceano Pacífico Sul Ocidental localizado no Banco dos Abrolhos, na Bahia, durante a temporada reprodutiva de 2005.

As trajetórias dos machos cantores de Jubarte foram feitas através da detecção dos seus sons, por meio da inspeção dos espectrogramas, (um tipo de representação visual do som) das gravações. As posições dos cantores foram estimadas através da localização de cada som identificado com boa qualidade, em pelo menos três dos cinco gravadores de áudio disponíveis. Da mesma forma foi realizada a detecção das embarcações. As trajetórias foram classificadas em categorias de abundância de cantores: baixa = até dois cantores e alta = a partir de três cantores; e de presença de barco: presença e ausência. Posteriormente foram feitos testes para diferenciar tipos de movimento e associá-los aos comportamentos dos animais.

“Através da análise estatística que utiliza a máxima verossimilhança, construímos modelos matemáticos para entender o que mais afeta os padrões de movimentação das baleias, outros machos ou barcos. Com esses modelos também tentamos visualizar quando e por que os animais mudam de um comportamento para outro”, destaca Laura.

Resultados

De acordo com Laura Honda, foram identificados dois tipos diferentes de comportamento das baleias: um em que os machos cantam, provavelmente, procurando uma fêmea e outro quando dois machos se aproximam um do outro pra competir por uma fêmea ou ainda formar grupos para atraí-las. Os resultados, demonstram como os estudos de movimento podem ser mais diretamente associados ao comportamento dos animais e, também, mostram como bancos de dados de som são importantes para responder diferentes tipos de perguntas. “Este trabalho abriu portas para outros estudos nos quais procuramos identificar o impacto de ruídos de barcos em outras escalas e como fatores ambientais, também influenciam o movimento das baleias”, avalia.

A pesquisa é fruto da defesa de mestrado de Laura Honda e contou com a orientação da professora do Centro de Biociências da UFRN, Renata S. Sousa-Lima e coorientação do professor Milton Cezar Ribeiro, da Universidade Estadual Paulista (UNESP).

Portal UFRN/Foto: Renata Souza

Neste sábado (20), o Programa Rota Inter TV mostrará o prograam que foi garavado em Macaíba e mostrará um dos pontos ainda deconhecido da população, uma antiga pedreira que foi desativada há muito tempo e hoje é uma bela paisagem que já atrai moradores da região, um dos locais próximo dessa paisagem também serviu de cenário para um filme recentemente. Além dessa parte ainda terá música da terra e também um pouco do Solar Ferreiro Torto.

O programa vai ao ar a partir das 14hs deste sábado, na filiada da TV Globo.

A Prefeitura de Macaíba, por intermédio da TCL, iniciou na manhã desta terça-feira (16), um mutirão de limpeza em diversas praças da cidade. Diversos serviços estão sendo realizados, entre eles os de varrição, retirada de areia, corte da grama, retirada do mato e poda de árvores.

A Praça do Augusto Severo, mais conhecida como praça do M, foi a primeira a ser limpa, no ultimo domingo, aproveitando o trânsito mais leve no centro da cidade. Já na manhã de hoje, a Praça da Saudade recebeu a equipe do TCL e amanhã é a vez da praça da Morada da Fé.

Assecom

Uma parte da parede no Eixo Norte do Canal de Transposição do Rio São Francisco em Cabrobó está cedendo e a água represada para teste da obra está vazando. O desperdício é motivo de lamento de agricultores que aguardam a liberação da água do canal.

Segundo os moradores esta não é a primeira vez que há problemas na construção que já dura cerca de oito anos. “É a quarta vez que acontece isso aí. Tem uns cinco meses que teve um problema e vem se repetindo”, disse o agricultor, Nilson José da Silva.

Matéria na íntegra G1 Petrolina

Moradores do Araçá reclamam da grande quantidade de lixo acumulado na margem da Rodovia Estadual 160 em Macaíba. São mais de 40 metros onde se ver lixo na margem da rodovia, principalmente de  poda. Segundo o que nos foi passado, no local foi colocado uma placa de proibição de lixo pela Prefeitura da cidade, o que não é visto como problema, até porque não se pode jogar o lixo na rua todos os dias, mais reclamam que também não podem ficar acumulando muita quantidade de lixo em seus quintais e o carro não passar para recolher.

A foto acima é da última matéria que fizemos onde um morador próximo da RN 160 também reclamou do acúmulo de lixo na sua rua.

A Prefeitura já instalou o primeiro ponto de ônibus sustentável de Salvador. O novo modelo de abrigo foi implantado na Rua Arthur Azevedo Machado, no bairro do Stiep. O projeto, denominado Ponto Verde, é uma iniciativa da Secretaria Municipal Cidade Sustentável (Secis), e faz parte do conjunto de ações para tornar a primeira capital do Brasil cada dia mais verde.

Para o titular da Secis, André Fraga  a iniciativa partiu de exemplos de paisagismo de outras cidades que oferecem uma nova função para os pontos de ônibus. Ele frisou que esse é um projeto piloto e que outros bairros serão contemplados, após conclusão dos estudos e avaliação dos resultados do primeiro equipamento.

A iniciativa é pioneira no estado e proporciona aos usuários o conforto térmico para os dias de calor, pois permite a diminuição da temperatura no ponto, além de causar um impacto visual no paisagismo, com grama, plantas ornamentais e flores da espécie Allamanda cathartica colocadas em cima da estrutura. “Além de ser uma prática altamente sustentável, o teto verde possibilita brincar com a criatividade paisagística, causando uma aparência elegante e requintada”, ponderou Felipe Cerqueira, paisagista responsável pelo projeto.

Segundo o paisagista, além de reduzir da temperatura de três a cinco graus, o teto verde possui ainda benefícios como redução de custo estrutural, retenção de gases poluentes, isolante acústico e redução do índice pluviométrico nos córregos. “Não há risco de cair, porque ele possui um sistema de drenagem apropriado e pode armazenar até 38 litros de água por metro quadrado”.

Estudos feitos em 2013 pela Universidade de São Paulo (USP) mostram que edifícios com jardim no teto podem reduzir 5,3°C da temperatura, e aumentar de até 15,7% à umidade relativo do ar. Além do jardim suspenso, o ponto verde conta também com paraciclo, coleta seletiva e uma mini biblioteca, que faz parte do projeto Livros Livres, incentivando a troca gratuita das obras, como já acontece em outros bairros.

Avanços – Salvador se torna a cada dia uma cidade mais sustentável com as ações da Prefeitura. No total, mais de 42 mil mudas já foram plantadas na cidade desde o inicio da atual gestão. E tem mais: vale lembrar que a capital passou a integrar, em março de 2015, o grupo das cidades do C40 (Cities Climate Leadership Group), que reúne 75 metrópoles do mundo empenhadas em reduzir a poluição causadora do efeito estufa.

Salvador possui ainda uma Política Municipal de Meio Ambiente, aprovada em 2015, que estabelece metas e regras para preservação ao meio ambiente, e os benefícios do IPTU Verde, concedendo desconto a proprietários de imóveis que adotem medidas de sustentabilidade. Outra ação é que, em agosto de 2015, foi lançada a primeira Escola Municipal de Jardinagem Itinerante, que tem como objetivo fazer a plantação de árvores junto com a comunidade, orientando sobre a forma correta de realizar o procedimento.

“Também já instalamos 150 pontos de coletiva seletiva na cidade e criamos um aplicativo só voltado para isso. Nesse aplicativo, chamado Coletiva Seletiva Salvador, a população pode consultar os locais para destinação correta do lixo reciclável”, lembrou o secretário André Fraga.

Assecom

 

Nesta terça-feira (26), a Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Urbanismo (SEMURB), em parceria com o grupo de escoteiros 138 RN/GE Augusto Severo, promove uma campanha de conscientização nos principais cruzamentos da cidade. Durante a manhã, a campanha foi realizada entre 9h e 10h.

À tarde, o horário será entre 15h e 16h. Empunhando uma faixa com o enunciado: “Proteja o meio ambiente: colabore com a limpeza pública”, escoteiros orientam populares sobre evitar colocar lixo e resíduos nas ruas em locais e horários impróprios, inclusive há distribuição de ecobags.

O secretário Joacy Carlos, titular da SEMURB, informou que órgão dispõe de um telefone para que qualquer cidadão possa tirar suas dúvidas sobre os dias de coleta em sua rua/bairro/comunidade. O número para contato é 3271-3225.

Assecom