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A ação intitulada “A prática do jiu-jitsu como ferramenta de melhoria da qualidade de vida no ambiente de trabalho” dá-se através de encontros semanais para socialização e integração entre servidores e discentes da Unidade Acadêmica Especializada em Ciências Agrárias da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (EAJ-UFRN), através da prática do jiu-jitsu, em todas suas vertentes. As atividades foram iniciadas em setembro de 2019 e serão encerradas no dia 05 de dezembro de 2019, quando será finalizado o projeto de e solicitada a renovação para o período 2020.1.

Na primeira quinzena de dezembro será realizado o primeiro evento de graduação dos alunos do projeto, que acontecerá na sede da Carlson Gracie Team, em Parnamirim-RN. Os discentes que participaram da ação neste período e que conservaram ou apresentaram melhora no seu índice de rendimento acadêmico terão preferência prevista em edital para a continuação das atividades em 2020.1. Já os discentes com decréscimo no IRA, que participaram das atividades em 2019.2, concorrerão de forma igualitária com os demais inscritos pela primeira vez.

A importância do projeto se dá na propagação do “estilo de vida jiu-jitsu”, que estimula o trabalho contínuo do corpo e o fortalecimento da mente, primando por respeito e disciplina, e contribui efetivamente como ferramenta na qualidade de vida em uma sociedade formada por pessoas cada dia mais desconectadas de si mesmas. “O esporte pode ser praticado por pessoas de todas as idades e proporciona a obtenção de ganhos qualitativos para a saúde dos praticantes, bem como para socialização e estreitamento saudável de relações interpessoais nos contextos social, familiar e profissional” acrescenta o Professor José Hamilton Filho, responsável pela ação.

O projeto destina-se, exclusivamente, a servidores e discentes em qualquer nível de formação da Escola Agrícola. Semanalmente são realizados dois treinos coletivos, podendo ocorrer um terceiro eventualmente. A primeira parte do treino é destinada ao alongamento, aquecimento dos músculos e integração entre os participantes. Ao tempo em que são realizados exercícios físicos coletivos, também são abordados temas livres, objetivando descontração, integração, relaxamento e aproximação entre os participantes; em seguida, o treino técnico é realizado por duplas, constantemente modificadas para que todos os atletas tenham a oportunidade de treinar juntos; por fim, realiza-se a prática das técnicas através da simulação de combate.

As rotinas de trabalho e de atividades acadêmicas levam servidores e discentes a situações contínuas de estresse e, em alguns casos, ao adoecimento físico e psicológico no ambiente universitário. O Projeto foi idealizado buscando mitigar os efeitos do estresse e do cansaço através da prática esportiva e da socialização, e tem contribuído para a melhoria das relações interpessoais entre os participantes e entre participantes e a comunidade universitária, bem como estimulado o empenho dos discentes em suas obrigações acadêmicas.

A equipe formada pelos participantes do projeto representará a EAJ-UFRN em campeonatos registrados na Confederação Brasileira de Jiu-Jitsu (CBJJ), a partir de 2020.1, e em 2020.2 projeta-se a oferta de uma turma de Jiu-Jitsu Kids, para filhos e filhas de servidores da EAJ-UFRN.

 

O Programa de Pós-Graduação em Ciências Florestais (PPGCFL), da Escola Agrícola de Jundiaí (EAJ/UFRN), abre processo seletivo para Mestrado em Ciências Florestais, com início em 2020.1. O curso será realizado em Macaíba, a partir de 9 de março do próximo ano. As inscrições já estão abertas e vão até o dia 5 de dezembro, podendo ser realizadas via Sigaa.

Podem se inscrever portadores de diploma de graduação em Engenharia Florestal, Engenharia Agronômica ou Agronomia, Ciências Biológicas ou Biologia, Ecologia, Engenharia Agrícola, Engenharia Industrial Madeireira, Engenharia Química, Química, Engenharia de Biotecnologia e Bioprocessos, Engenharia de Energias, Licenciatura em Ciências Agrárias, Engenharia Ambiental, Tecnologia em Gestão Ambiental (curso superior) e Tecnologia em Agroecologia (curso superior). São 23 vagas distribuídas em 3 linhas de pesquisa: Tecnologia e Utilização de Produtos FlorestaisSementes, Propagação e Fisiologia de Espécies Florestais; e Biodiversidade, Conservação e Uso dos Recursos Genéticos Florestais.

A seleção consiste em cinco etapas, sendo elas: homologação das inscrições, média de conclusão de curso, análise do plano de trabalho, análise do currículo e resultado final. O resultado de cada etapa será divulgado na página do PPGCFL, já o resultado final será publicado no dia 21 de dezembro. Para mais informações, acesse o edital.

A equipe da Escola Agrícola de Jundiaí (EAJ-UFRN) venceu a etapa regional do Desafio Startups 2019 do “Ideas For Milk”, da Embrapa em parceria com a Federação de Agricultura, Pecuária e Pesca do Rio Grande do Norte (FAERN) e o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (SENAR-RN).

A etapa Nordeste aconteceu no último dia 13, no Instituto Metrópole Digital (IMD), na Universidade Federal do Rio Grande do Norte, e contou com a participação de várias equipes do RN e da região Nordeste. A equipe da EAJ-UFRN é formada pelos discentes Alan Fernandes, Heloísa Aline, Tarcísio Câmara e Yhêlda Oliveira. Além destes, o laboratorista Luis Medeiros, o professor Edgar Perin Moraes e o professor e coordenador da pesquisa Adriano Henrique também fazem parte do trabalho.

A pesquisa surgiu por meio de duas dissertações de mestrado do programa de pós-graduação de Produção Animal. Através de uma reação, analisa-se a quantidade de células somáticas da via lactoperoxidase no leite bovino e essa quantificação de célula somática, indicador de saúde de glândula mamária, faz com que o projeto esteja avançando no que se refere ao estudo da composição do leite. A reação acontece através de um aplicativo que faz uma foto e a partir desse registro é possível identificar a questão da saúde de glândula mamária e mastite subclínica em vacas.

O Professor Adriano Henrique fala que o trabalho é o resultado de um trabalho em equipe, da perspectiva do projeto e comenta sobre a fase final da competição. “Foi um trabalho construído em equipe, um trabalho com muitas mãos. Se não fosse a colaboração de todos, pessoal da zootecnia, químicos, pessoal de TI, teria sido impossível a elaboração desse aplicativo. A gente pretende trabalhar para desenvolver uma startup propriamente dita e jogar no mercado nacional e global”, fala. “A gente já deu um salto muito grande. Lá nós vamos competir com outras sete startups. A expectativa é competir e fazer um bom trabalho. Ganhar é apenas uma consequência do processo. O nosso ritmo vai ser o mesmo da construção desse aplicativo”, finaliza.

Esta é a quarta edição do Desafio e o objetivo é apresentar soluções inovadoras para os problemas da pecuária do leite no país. A final do Desafio de Startups será realizada em São Paulo, no espaço de empreendedorismo Cubo, no dia 22 de novembro.

IFRN oferece 34 vagas em curso superior

A Coordenação de Acesso Discente divulgou a publicação do Edital 39/2019-PROEN/IFRN. O edital trata do curso superior de Formação Pedagógica de docentes para a Educação Profissional 2020.1 e é oferecido pelo Campus Parnamirim do Instituto Federal do Rio Grande do Norte. Ao todo são 34 vagas, com aulas ministradas às tardes e noites de sexta-feira; as inscrições dos interessados começam nesta quinta (14), a partir das 14h, e seguem até as 17h do dia 9 de dezembro, horário local.

O processo seletivo será conduzido por uma Comissão de Seleção designada pelo diretor-geral do Campus ofertante do curso e a classificação para preenchimento das vagas será por meio de processo da ordenação crescente do número da inscrição dos candidatos regularmente inscritos.

O curso

Segundo seu Projeto Pedagógico, o curso superior de Formação Pedagógica de docentes para a Educação Profissional tem como objetivo possibilitar a formação pedagógica do profissional docente não licenciado, em exercício na educação profissional e tecnológica que atua na área ou nas disciplinas de sua formação inicial em nível de graduação tecnológica, bacharelado, engenharia ou equivalente, na forma da lei, considerando-se como um saber plural, constituído pela internalização de saberes da formação científica e pedagógica, saberes disciplinares, saberes curriculares e saberes experienciais.

Acesse

Edital 39/2019-PROEN/IFRN

Página das Inscrições

Projeto Pedagógico do curso

Aplicativo de Celular ENEM 2019

Marcello Casal JrAgência Brasil

Agência Brasil – O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep) divulgou na tarde desta quarta-feira (13) os gabaritos oficiais do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Também foram divulgados os Cadernos de Questões, em todas as suas versões.

No total, são seis gabaritos para cada dia de aplicação e seis Cadernos de Questões, de acordo com as cores da prova e opções acessíveis. Os participantes também podem acessar os gabaritos pelo portal do Inep, na página do Enem ou pelo aplicativo do Enem.

Os participantes devem ficar atentos para conferir o gabarito relativo à cor de prova que fez em cada domingo de aplicação.

Mesmo com o gabarito em mãos, os participantes ainda não poderão saber qual nota tiraram no exame, isso porque o Enem é corrigido pela chamada Teoria de Resposta ao Item (TRI).

Pela TRI, não há um valor fixo para cada questão. A pontuação varia conforme o percentual de acertos e erros naquele item entre os participantes e também de acordo com o desempenho de cada estudante na prova.

O Enem 2019 foi aplicado nos dias 3 e 10 de novembro. Cerca de 3,9 milhões de estudantes de todo o país compareceram ao menos em um dia de prova.

Os resultados individuais do Enem 2019 serão divulgados na Página do Participante e no aplicativo do Enem, em janeiro de 2020, a partir de consulta com CPF e senha.

O resultado dos participantes eliminados, segundo o Inep, não será divulgado, mesmo que eles tenham feito o Enem nos dois dias de aplicação. Para os treineiros, que fazem o exame para autoavaliação de conhecimentos, a consulta só será liberada em março do ano que vem.

Projeto apresentado pela Escola Agrícola de Jundiaí (EAJ/UFRN) está entre os cinco classificados na região Nordeste para o Ideas For Milk, no Desafio de Startups da Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária), que acontecerá nesta quarta-feira, 13, no Instituto Metrópole Digital (IMD). Ao todo, foram 13 trabalhos inscritos no Desafio, que está em sua 4ª edição.

O projeto, desenvolvido no Laboratório de Qualidade do Leite (LaboLeite/EAJ) por estudantes dos cursos de Zootecnia e Análise e Desenvolvimento de Sistemas, é chamado de Milk Color: Detecção de mastite subclínica. Trata-se de um aplicativo de fácil uso e de baixo custo para detecção de mastite subclínica em amostras de leite, que garante rapidez nos resultados, auxiliando no controle de um grande problema no setor.

Mastite é a inflamação da glândula mamária, sendo uma das principais doenças em rebanhos leiteiros. Ela pode se apresentar de duas formas. Na clínica, a doença é facilmente percebida, pois os sintomas de alteração do leite ou do úbere são visuais. Na subclínica, as vacas não apresentam sintomas visíveis, por isso o projeto apresentado à Embrapa tem tanta relevância.

O aplicativo é um produto da pesquisa de mestrado da estudante Yhêlda Oliveira, do Programa de Pós-Graduação em Produção Animal (PPGPA). Também integram a equipe os estudantes Tarcísio Câmara, Alan Fernandes e Heloísa Aline, além do laboratorista Luís Medeiros e do professor Edgar Perin Moraes, do Instituto de Química da UFRN. A pesquisa é coordenada pelo professor Adriano Henrique.

O Ideas For Milk é uma proposta da Embrapa que busca discutir e apresentar tecnologias para a área de produção no campo junto às universidades. A proposta é dividida em três momentos: Caravana 4.0, entre agosto e setembro, Vacathon, em outubro, e o Desafios de Startups, em novembro.

Pescador em dia comum de trabalho na praia de Camurupim – Foto: Cícero Oliveira

A Pró-reitoria de Pesquisa (Propesq) reuniu nesta segunda-feira, 11, todos os pesquisadores envolvidos nas ações relacionadas ao aparecimento de óleo nas praias da costa potiguar. O objetivo do encontro foi a atualização do quadro situacional e do planejamento das próximas etapas do trabalho. Uma das principais será o monitoramento do pescado nas áreas afetadas para saber se houve contaminação e algum perigo para o consumo humano.

Segundo a professora Liana de Figueiredo Mendes, do Departamento de Ecologia, do Centro de Biociências (Decol/CB), a UFRN vai disponibilizar sua estrutura para análise macroscópica do pescado. “A análise macroscópica da presença do óleo nos organismos, ou seja, mariscos, ostras, caranguejos, o pescado que obtivermos, inclusive frescos. Vamos levar para o laboratório, vamos abrir os animais e ver, para constatar a presença, ou não, de óleo no trato digestório, boca, brânquias e tecido e depois esse material orgânico deve ser acondicionado e enviado para laboratórios especializados na detecção de hidrocarbonetos nos tecidos vivos”, explicou.

Todo esse trabalho tem à disposição os laboratórios do Oceano, do Departamento de Ecologia (Decol/CB), de Ecologia Marinha, do Departamento de Oceanografia e Limnologia (DOL/CB), e o de Morfologia (Demor/CB).

O professor Djalma Ribeiro da Silva, do Instituto de Química (IQ), que atua na área ambiental, disse que desde as primeiras aparições de óleo no mar do Estado tem feito analise de hidrocarbonetos em água. “Acertamos com o Idema um diagnóstico nas 17 colunas de pescadores, onde houve aparições de óleo. As 17 colunas representam 29 praias, entre aparecimentos maiores e menores. Foram coletadas amostras de águas, sedimentos após limpeza das praias e analises no primeiro momento e apresentamos os resultados ao Idema”, esclarece.

De acordo com ele, as análises iniciais serviram para mostrar que praticamente não houve solubilidade das amostras de óleo na água do mar, nem nos sedimentos, mas isso não deixa os pesquisadores confortáveis. “Não sabemos se ainda tem resíduos de petróleo há distancias maiores da costa marítima”, reforça.

Preocupado com isso, Djalma Ribeiro informa que foi proposto ao Idema três diagnósticos mensais e dentro dessa proposta um monitoramento pelos próximos três anos. “Teríamos um diagnósticos de 90 dias com três coletas e um monitoramento de mais 36 meses, a cada três meses, de água, sedimentos, crustáceos, principalmente ostras, camarões e oito espécies de pescados a serem definidos”, concluiu o pesquisador.

Reitor da UFRN, José Daniel Diniz de Melo (Foto: José Aldenir / Agora RN)

A Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) espera iniciar as atividades do Parque Científico e Tecnológico Augusto Severo, em Macaíba, até o primeiro semestre de 2021. O empreendimento aguarda a assinatura de empréstimo de R$ 8 milhões com o Banco Mundial para concluir as obras.

Segundo o reitor da UFRN, José Daniel Diniz de Melo, o parque será montado na estrutura do que seria a sede do antigo Campus do Cérebro, na zona rural de Macaíba, que teve as ações paralisadas por questões burocráticas envolvendo a instituição de ensino federal e o Instituto Santos Dumont (ISD).

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Foto: Portal da UFRN

“O objetivo do Parque Tecnológico é o de trabalhar com inovação. É um espaço para desenvolvimento de projetos de ciência e tecnologia. Vai permitir que os estudantes da UFRN e de outras instituições de ensino possam gerar iniciativas tecnológicas, bem como possam empreender após deixarem a sala de aula”, justifica o reitor.

A UFRN está discutindo com o Banco Mundial a consecução de empréstimo de R$ 8 milhões. O recurso será utilizado para reformar o espaço físico do antigo Campus do Cérebro, que teve as obras paralisadas em 2014, além de permitir a aquisição de equipamentos e materiais.

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O Núcleo Avançado de Inovação Tecnológica (Navi) do IFRN, divulgou, na última quinta-feira (7) o Edital nº 003/2019 para a contratação de dois bolsistas de iniciação científica para atuarem em atividades de apoio a projetos de pesquisa relacionados à área de biologia/biomedicina.

É desejável que o candidato apresente boa comunicação, atitude proativa, comprometimento com as demandas, disposição para aprender e desenvolver novas habilidades. Também é requisito a disponibilidade para cumprimento de 20 horas semanais, conforme plano de trabalho do projeto a ser definido no início das atividades.

O valor da bolsa é de R$ 600,00 (seiscentos) reais mensais, a serem pagos no mês subsequente ao desenvolvimento da atividade, já inclusos os vales-transportes.

As inscrições estarão abertas durante o período de 09 de novembro a 15 de novembro de 2019, conforme cronograma (Anexo II) e deverão ser efetuadas pelo profissional, através do sítio eletrônico do NAVI, http://selecoes.navi.ifrn.edu.br/, devendo o candidato submeter os documentos abaixo listados:

As inscrições estarão abertas durante o período de 08 a 13 de novembro de 2019, conforme cronograma do Edital e deverão ser efetuadas pelo candidato, através do sítio eletrônico do NAVI, http://selecoes.navi.ifrn.edu.br/, devendo o candidato submeter os documentos abaixo listados:

  • Declaração de que está devidamente matriculado em algum curso do IFRN;
  • Currículo Lattes atualizado;
  • Documentação comprobatória de produção técnico e/ou científica conforme apresentado no Currículo Lattes.

Documentos Publicados:

Foto: Adèle Oliveira

A Escola Agrícola de Jundiaí (EAJ-UFRN) realizou cerimônia em comemoração aos 20 anos do Curso Técnico em Informática e o evento contou com a presença da coordenação do curso, professores, alunos e antigos estudantes do curso. A mesa foi composta por Ivan Max de Lacerda (diretor da EAJ-UFRN), Júlio César de Andrade Neto (ex-diretor da instituição), Severino Paulo Gomes Neto (coordenador do curso de Informática), e os docentes Josenalde Barbosa de Oliveira e Carlos Henrique Grilo.

A cerimônia foi iniciada com o convite para que os representantes tomassem à mesa e com o agradecimento aos professores, alunos e demais presentes. O antigo diretor da EAJ iniciou a fala relembrando o surgimento do curso técnico em Informática. Júlio César falou sobre a criação de escolas técnicas e sobre como funcionava a escola, onde tinha ensino fundamental e contava apenas com o curso de Agropecuária. Em seguida, ele falou do apoio do antigo reitor Ivonildo Rêgo, para a criação do curso de Informática na Escola Agrícola.

Josenalde Barbosa de Oliveira começou a fala atribuindo o desenvolvimento profissional aos aprendizados que adquiriu na EAJ-UFRN. O professor falou sobre quando foi nomeado coordenador do curso pelo professor Júlio César, então diretor da escola, e agradeceu pela experiência, a qual classificou como desafiadora. “Não foi fácil ser de um curso técnico de informática dentro da Escola Agrícola de Jundiaí. Parecia que a gente estava ‘fora da caixa’ e foi mostrado com trabalhos o que era aquele curso”, relatou. “Se eu pudesse resumir o que nós conquistamos em 20 anos, eu resumo em uma palavra: ‘identidade’. Hoje nós temos uma identidade e conhecemos o nosso potencial”, complementa. Em seguida, finalizou elogiando o corpo docente o curso e a troca de conhecimento entre professores e alunos. O professor Carlos Henrique Grilo falou sobre o processo do concurso para ingressar na EAJ-UFRN e sobre o início do curso, parte administrativa, estruturação e parte técnica. O professor também relembrou o início das turmas.

Atual coordenador do curso, Severino Paulo Gomes Neto relembrou a trajetória em sala de aula como professor e falou do trabalho realizado ao longo dos anos, elaborando diversos projetos e formando vários discentes. O coordenador falou também do empenho da Comunidade Acadêmica, em referência ao trabalho feito para os resultados que o curso obtém atualmente, e agradeceu o apoio dos estudantes do curso durante sua trajetória.

O atual diretor da EAJ e antigo coordenador do curso, Ivan Max de Lacerda contou sobre a trajetória no curso, agradeceu aos estudantes pela presença e cumprimentou os demais profissionais que fazem parte do Curso Técnico de Informática e citou o nome de vários discentes que hoje fazem graduação em Análise e Desenvolvimento de Sistemas, seguindo na Escola Agrícola de Jundiaí. O diretor também relembrou o início do curso na EAJ-UFRN e falou sobre a ideia de fazer os projetos, pesquisas e os trabalhos de conclusão de curso voltados para as Ciências Agrárias. Além disso, falou SOBRE o desenvolvimento dessas atividades. “Temos professores de Tecnologia da Informação trabalhando com suas pesquisas, desenvolvendo software, desenvolvendo soluções para as Ciências Agrárias. É um grande diferencial estratégico da nossa Unidade Acadêmica”, comentou.

Após os discursos, os componentes da mesa, os professores e profissionais do curso receberam uma placa em homenagem pelo trabalho feito. Aconteceu também uma retrospectiva, onde foi exibido um vídeo com a trajetória do curso na Escola Agrícola. Em seguida, houve um momento aberto ao relato de colaboradores, estudantes e egressos, onde relataram a vida após o curso.

O evento foi finalizado com a visitação do novo prédio do curso e com um momento de confraternização entre as turmas e professores. Antigos estudantes do curso também se fizeram presentes na celebração.

O Curso técnico em Informática da Escola Agrícola de Jundiaí (EAJ-UFRN) completa, em 2019, 20 anos de existência. Ao longo deste tempo construiu uma trajetória envolvendo diversos estudantes e docentes que deixaram marcas relevantes, entre outros, nos aspectos profissional, acadêmico e científico.

A Direção da EAJ-UFRN e a coordenação do curso convidam toda a comunidade a participar da celebração desta história repleta de êxitos.

A programação terá início hoje (08), às 14h, no auditório da Direção, e seguirá até às 17h.

O Projeto de Extensão “Aquicultura Inclusiva: unidades modelo de produção” envolve atividades no campo que têm o objetivo de inserir unidades produtivas de aquicultura, seja para consumo próprio, seja para comercialização, tendo em vista a importância das relações entre a comunidade científica e a comunidade por meio de troca de saberes e a aplicação dos conhecimentos adquiridos para a construção de uma nova realidade social.

A ideia surgiu da necessidade de inserir em comunidades tradicionais, indígenas ou quilombolas, atividades produtivas, fornecendo técnicas de manejo adequado para produzir sustentavelmente. Deste modo, a comunidade poderá ter alimento saudável e de qualidade, além de poder comercializar excedentes.

A Professora e Coordenadora do Projeto, Karina Ribeiro, diz que atualmente o grupo atua na comunidade quilombola de Capoeiras, em Macaíba, e no assentamento Recanto Feliz, em Lagoa de Pedras. “Usamos o diálogo com a comunidade, oficinas e minicursos envolvendo as dificuldades locais de produção e oficinas de implantação de unidades produtivas aquícolas. Sou coordenadora do projeto e é sempre uma alegria poder estar trocando saberes com a comunidade e com os alunos envolvidos” conclui Ribeiro.

A ação reforça o papel da Universidade Federal do Rio Grande do Norte, por meio da Escola Agrícola de Jundiaí, como agente de mudanças sociais, expandindo o conhecimento fora dos muros dos campi, agregando conhecimento também para a comunidade acadêmica ao trabalhar com os povos originários que ainda hoje resistem em meio às desigualdades sociais e representativas.

Foto: Arquivo

Os estudantes já podem realizar a solicitação de de matrículas para o ano letivo de 2020 na rede estadual de ensino. Desde ontem (4), estão abertas as matrículas antecipadas para estudantes com necessidades educacionais especiais. Por meio do portal do Sistema Integrado de Gestão da Educação (SIGEduc) ou pelo aplicativo Matrícula Escolar RN, os interessados já podem fazer a solicitação de matrícula, que seguirá aberta até o dia 30 deste mês.

Essa é uma das etapas do processo de solicitação de matrículas. Para que ela acontecesse, as escolas já informaram as vagas disponíveis para o ano letivo 2020, essa etapa, chamada Distribuição de Vagas, foi encerrada na última quinta-feira (31) e consiste na atualização da oferta de vagas que serão oferecidas no ano seguinte, detalhando os turnos, séries e turmas que serão disponibilizadas. “Todos os gestores foram preparados para esse momento. Estamos com a previsão de 300 mil vagas a serem ofertadas e nosso sistema que gerencia as matrículas está pronto”, pontua Ana Paula Oliveira Flor, coordenadora da Central de Matrículas da SEEC.

A etapa seguinte no Calendário de Matrículas 2020 corresponde a “Solicitação de vagas para novos estudantes de ensino médio integral”, cujo período para requerimento das vagas começa amanhã, dia 6 de novembro, e segue aberto até 30 de dezembro. A divulgação das vagas solicitadas nesse último caso está prevista para ser divulgada no dia 8 de janeiro de 2020.

Em seguida, entre os dias 23 de dezembro deste ano e 14 de fevereiro de 2020, estará aberto o “Período para renovação de matrículas”, no qual é realizada a reiteração das matrículas dos alunos veteranos da rede estadual de ensino. Posteriormente a renovação, estará aberta fase para “Transferências”, voltada sobretudo para alunos oriundos da rede municipal de ensino que precisam ou desejam migrar para rede estadual. Nesse caso, o período para transferência estará aberto entre os dias 26 de dezembro deste ano e 24 de janeiro do ano seguinte. O resultado deste processamento será divulgado no dia 27 de janeiro.

Terminadas todas essas fases, dá-se início ao “Período de matrículas dos novos estudantes”, realizado em 2020 entre os dias 31 de janeiro e 10 de fevereiro. As matrículas devem ser feitas por meio do portal do Sistema Integrado de Gestão da Educação (SigEduc) na aba “Matricule-se”, na qual o aluno e seus responsáveis devem selecionar o município, série e escola na qual desejam realizar a matrícula.

Feito o cadastro, os interessados têm um prazo de três dias para efetivar a matrícula, apresentando presencialmente, na escola selecionada no ato da matrícula, os documentos fornecidos no ato da inscrição.

Além do portal, o estudante ou responsável pode realizar a matrícula por meio do aplicativo Matrícula Escolar RN, disponível na Google Play. Caso o estudante ou responsável não consiga fazer a matrícula através dessas plataformas, o interessado pode ir na própria escola ou até a sede da Diretoria Regional de Educação e Cultura (Direc) à qual a escola pertence. A SEEC também realiza atendimento na Central de Matrículas, que fica localizada no andar térreo da Secretaria de Educação, no Centro Administrativo do Estado.

Olimpíada Nacional de Ciências: IFRN tem 11 medalhas e 15 menções honrosas

“A Olimpíada Nacional de Ciências (ONC) é uma olimpíada bem distinta da outras, pois é interdisciplinar. É necessário que o aluno tenha um domínio suficiente não só em biologia, física, química ou astronomia, e sim, em todas essas disciplinas. Fico muito honrada em representar o nosso campus e o nosso instituto. Ainda mais, agradeço demais ao professor Rogério, por ter me ajudado na preparação, oferecendo todo o apoio possível. Uma considerável fração dessa conquista também é desse grande professor.” A fala é da estudante Sofia Severo Galvão, medalha de ouro na ONC 2019.

Sofia é aluna do 1° ano do Curso Técnico Integrado em Mecatrônica, oferecido no Campus Parnamirim. Como ela, outros estudantes, dos campi Apodi, Natal-Central, Natal-Cidade Alta, Natal-Zona Norte, Mossoró e São Paulo do Potengi receberam medalhas e menções honrosas pela participação na Olimpíada, que é realizada em duas etapas. Sofia por pouco não ficou de fora do pódio da edição 2019 da ONC: “quase não fazia a prova da segunda fase, pois no dia de sua realização, eu estava no Rio de Janeiro, em uma olimpíada de matemática. Por sorte, Rogério se comunicou com a coordenação carioca da olimpíada e realizei a prova lá: jamais esperaria um ouro”, disse a estudante. ” A premiação oficial da Olimpíada está marcada para o dia 28/11,  às 18h, na Universidade de São Paulo (USP).

Olimpíadas

A Olimpíada Nacional de Ciências é uma promoção do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) e constitui um programa das Sociedade Brasileira de Física (SBF), Associação Brasileira de Química (ABQ) do Instituto Butantã. Tendo reunido mais de dois milhões de estudantes em suas quatro edições, a ONC busca despertar e estimular o interesse dos estudantes do Ensino Médio e do último ano (9º ano) do Ensino Fundamental pelo estudo das ciências naturais, aproximando esse público – e suas escolas – de entidades de pesquisa e de ensino superior, além das sociedades científicas envolvidas na organização do evento.

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Olimpíada Nacional de Ciências

Lista com resultado do IFRN

O Restaurante Universitário (RU) da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) retoma o funcionamento a partir desta terça-feira, 5, no campus central da instituição. Em virtude da obra de acessibilidade ainda em curso na área de alimentação, as refeições serão produzidas no Restaurante Central e servidas no novo refeitório, situado entre os setores de aulas III e IV. De início, o atendimento será exclusivo para os alunos identificados como prioritários pela assistência estudantil, que terão acesso ao almoço e jantar. A mesma regra vale para o refeitório da área Biomédica.

De acordo com o pró-reitor de Assuntos Estudantis da UFRN, Edmilson Lopes, os servidores e demais estudantes pagantes, sejam integrais ou subsidiados, poderão usufruir dos serviços do Restaurante Universitário após o término das obras, previsto para o mês de dezembro. “Decidimos retomar as atividades colocando em primeiro lugar o atendimento aos discentes prioritários para a assistência estudantil, apesar de ainda estarmos em processos burocráticos para aquisição de material de consumo. Graças aos esforços e à dedicação da equipe de servidores do RU, conseguimos esse adiantamento”, explica.