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Eu moro em Macaíba há 49 anos e nunca vi na minha vida uma cidade onde o prefeito não mora aqui e vem para uma audiência pública falar de calçamento justificando a violência vivida no dia a dia do nosso povo.

O que o prefeito esqueceu é que em Macaíba apenas a repressão não resolve os problemas do nosso município. A segurança pública passa pela falta de políticas públicas, onde a educação de qualidade faz parte do conjunto dessas políticas públicas, que, por exemplo: o são joão, o carnaval de rua, os festivais de teatro, as colônias de férias e as gincanas estudantis. Tudo isso faz parte de conjunto de medidas como também o programa de primeiro emprego que não existe em nossa cidade.

Desses 78 homicídios em Macaíba, 90 por cento é de jovens que não frequentou o primeiro emprego. Então tá na hora de Macaíba parar e fazer uma reflexão, que em uma cidade, todos nós precisamos ser bem tratados pelo Poder Público e pela Câmara de vereadores.

Espero que nossa Macaíba tenha dias melhores!

Por Nerivaldo Monteiro

Grupo politico tenta tirar das mãos da Ex-prefeita Marília Dias o comando do diretório bacurau de Macaíba, mais parece que não vão conseguir, pois o apoio de Marília é fundamental no cenário politico em Macaíba. Em 2010  Marília apoio Ezequiel Ferreira que teve a maioria dos votos para deputado estadual em Macaíba, só que o apoio ao deputado Ezequiel não vai voltar acontecer em 2014, pois no ano passado o deputado seguiu o diretório do PTB municipal e teve que fica no lado  opositor a Marília, tudo caminha para que a Ex-Prefeita faça  campanha para o filho de Garibaldi Alves, o deputado estadual Walter Alves que lhe apoiou em 2012.

Do Valor Econômico

Vaiada pelo público do Estádio Nacional de Brasília minutos antes da estreia da Seleção Brasileira na Copa das Confederações, em junho, a presidente Dilma Rousseff consolou, na quarta-feira da semana passada, a governadora do Rio Grande do Norte, Rosalba Ciarlini (DEM), que mal pôde discursar durante a inauguração de uma escola técnica, por conta das vaias. “Fique tranquila, essas coisas são assim mesmo”, disse a presidente.

Mas não foi apenas com palavras que Dilma conquistou a simpatia da governadora do único Estado comandado pelo DEM. Bem recebida em Brasília, Rosalba tem conseguido atrair recursos federais para obras e elogia com entusiasmo a presidente petista. Nesse ínterim, a governadora caminha para apoiar a reeleição de Dilma em 2014, apesar de pertencer a um dos principais partidos de oposição ao governo federal.

O aceno à presidente acontece em um momento delicado da administração Rosalba. Nos últimos meses, ela teve que enfrentar greves e atrasos nos salários de servidores, manifestações em frente à sua casa, e debandada de partidos aliados, caso do PMDB, comandado localmente pelo presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves, e pelo ministro da Previdência, Garibaldi Alves.

Em sua defesa, a governadora diz que teve que tomar medidas impopulares para colocar em ordem finanças estaduais. Prova disso, ela argumenta, é o empréstimo de R$ 540 milhões assinado na sexta-feira da semana passada com o Banco Mundial. Trata-se da maior operação já feita por um governo potiguar, uma prova, segundo Rosalba, de que o fôlego financeiro do Estado foi recuperado.

Ainda assim, a governadora vem perdendo apoio político e diz estar muito decepcionada com os que lhe viram as costas no momento de dificuldade. A falta de apoio compromete sensivelmente sua reeleição, ao ponto de a própria governadora ainda não confirmar oficialmente se será candidata. O aceno à Dilma tem irritado os caciques do DEM, o que levantou suspeitas de que a governadora trocaria de partido.

Em entrevista ao Valor, ela contou que foi convidada pelo governador do Ceará, Cid Gomes, a ingressar no recém-criado Partido Republicano da Ordem Social (Pros), mas disse que ficará no DEM até o dia em que se tornar um problema para o partido. A seguir, os principais trechos da entrevista.

Valor: Em meio às vaias, a senhora tentava dizer que o tempo é senhor da razão. O que queria dizer?

Rosalba Ciarlini: Na realidade, quando assumi o governo, encontrei a casa arrasada. Um governo desacreditado, com débitos demais. Só com fornecedores, devia mais de R$ 850 milhões, o que é muito para o Rio Grande do Norte. Também encontrei planos de carreira aprovados sem previsão orçamentária. Tive que tomar medidas dolorosas, que contrariaram interesses, sobretudo políticos. A gente deu um freio muito grande para arrumar a casa, modernizamos a tributação, mas não foi suficiente.

Valor: As dificuldades financeiras estão na origem das dificuldades políticas?

Rosalba: Na hora em que você diz muito ‘não’, deixa de ser bonzinho, de atender pedidos de políticos gratificar A ou B, você desagrada.

Valor: Quais os principais ajustes realizados?

Rosalba: Estamos, segundo o Ministério da Fazenda, entre os melhores ajustes fiscais do país, o que nos deu condições para recuperar a capacidade de pagamento e de endividamento. Tanto que pudemos começar programas fundamentais, como um de universalização do saneamento. Consegui esses recursos pelo PAC [Programa de Aceleração do Crescimento] e outros financiamentos que foram possíveis. Estamos agora com R$ 540 milhões do Banco Mundial.

Valor: Mas os policiais civis estão em greve e os salários de servidores, atrasados.

Rosalba: Desde o semestre passado está havendo frustração de receitas do FPE [Fundo de Participação dos Estados], e isso desorganizou minha expectativa. Apesar do crescimento do ICMS, não foi possível suprir a queda do FPE. O próprio ICMS está crescendo menos, reflexo da seca, que mexe com toda a cadeia econômica. Agosto já veio com a queda grande e em setembro deu para pagar 93% [do total de servidores]. Dos 104 mil servidores, 6,6 mil vão receber até o dia 10. Pedi o sacrifício porque não dava pra tirar de outra fonte.

Valor: E os policiais?

Rosalba: A greve deles não é por salário. Eles querem que a gente chame os 300 aprovados no concurso e estamos chamando de acordo com a necessidade. Mas já estamos no limite da Lei de Responsabilidade Fiscal. Eles também cobram a retirada dos presos da delegacia, o que já estamos fazendo desde antes da greve. Também querem plano de saúde, mas não posso dar se não for para todos os servidores.

Valor: Então, o que explica as vaias?

Rosalba: É bom estar na democracia para isso poder acontecer. Mas, infelizmente, sabemos que existem aqueles que reclamam se eu andar no carro com a presidente. Há uma deputada do PT, por exemplo, que ficou indignada.

Valor: O governo federal tem liberado recursos. Isso lhe aproximou da presidente?

Rosalba: Logo que a presidente assumiu, ela disse: “Tragam bons projetos.” Passei um ano na luta para fazer projetos. Tivemos que montar uma equipe para isso. A presidente não tem a mínima discriminação por eu ser de um partido que não a apoiou. Uma identidade surgiu entre a gente.

Valor: Mas a senhora pretende apoiá-la em 2014.

Rosalba: Estou passando por tanta dificuldade que resolvi só falar de política em 2014. Agora, eu sou muito independente nas minhas escolhas. Respeito a posição do partido, mas as minhas decisões pessoais são minhas.

Valor: A senhora permanece no DEM?

Rosalba: Não tenho tido tempo de pensar nessa questão. Mas não estou pensando em sair.

Valor: Qual a sua avaliação sobre a situação atual do Democratas?

Rosalba: Temos duas capitais: Salvador e Aracaju. Tínhamos dois governadores, mas o Raimundo [Colombo, de Santa Catarina] saiu e o grupo do [Jorge] Bornhausen está saindo, então fiquei só. Por ser de oposição, o partido tem tido baixas, mas teve lutas decisivas na história, na redemocratização.

Valor: Mas o DEM reúne condições de seguir competitivo?

Rosalba: Tem condição e vai continuar. O Brasil é imenso, não se pode confundir as questões locais. Não é que o partido muda a ideologia, mas a questão local é muito forte.

Valor: Como estão as condições políticas para sua reeleição?

Rosalba: O PMDB disse que a saída da base foi uma decisão política, não administrativa. Não haverá retaliação na Assembleia Legislativa. É importante unir a bancada em favor do Rio Grande do Norte e que cada um cuide das questões eleitorais no momento adequado. Ser ou não ser candidata será avaliado no momento certo. Pode ficar certo de que meu objetivo maior é mostrar o trabalho.

Valor: A senhora não diz que é candidata à reeleição?

Rosalba: Nem que não sou.

Valor: O próprio vice-governador do Estado, Robinson Faria (PSD), é candidato à sua cadeira. Como se deu esse rompimento?

Rosalba: Logo no começo do governo, ele mudou para o PSD e começou a se lançar candidato. Eu disse que não podia, e isso foi nos afastando.

Valor: A senhora convive no Nordeste com o governador Eduardo Campos. Como avalia a postulação dele à Presidência?

Rosalba: É uma novidade. Sou adversária do PSB aqui, mas acho que ele fez um estrago [na base do governo federal]. Quem imaginaria que isso ia acontecer. Uma pessoa com espaço tão privilegiado… Acompanhei a primeira eleição dele ao governo, quando era apenas mais um. Ele tem carisma, ele é bom de debate. Mas claro que Dilma é forte, é fortíssima.

Valor: E quanto ao senador Aécio Neves?

Rosalba: Conheço melhor o Eduardo. Aécio deve capitalizar Minas, Goiás… O Sul e o Centro-Oeste… Vai ser uma eleição equilibrada.

Valor: O senador José Agripino (presidente nacional do DEM) não tem demonstrado entusiasmo em apoiá-la.

Rosalba: Minha relação com Agripino sempre foi franca e aberta. Quando eu construí minha candidatura ao governo, ele não veio comigo fazer a construção. Eleição você vai ter o momento da definição. Vou sair daqui, como tudo que fiz na vida, de cabeça erguida e mãos limpas. Na hora que ele não me quiser, vou tomar meu rumo. Durante a história da minha presença no Democratas – a não ser que agora seja diferente -, o partido não me deixou. E sei que o partido cresceu muito em função da minha presença. Sou a única governadora, fui a primeira senadora do Rio Grande do Norte.

Valor: O governador Cid Gomes convidou a senhora a se filiar ao Pros?

Rosalba: Foi uma ligação rápida, eu estava em Mossoró. Ele ligou dizendo que estava tomando essa decisão e perguntou do meu interesse.

Valor: E o que a senhora respondeu?
Rosalba: Que se eu tivesse interesse, a gente conversaria.

De um lado Fernando e Rosalba que podem reafirmar a aliança em 2014 caso a governadora saia candidata a reeleição, mais nem tudo são flores, o prefeito em seu inicio de seu terceiro mandato vem sofrendo desgaste por não está  cumprindo com suas promessas de campanha e por não ter colocado seus apoiadores dentro da prefeitura, já a governadora tem um desgaste ainda maior, pois é o terceiro ano de gestão e as crises dentro de vários setores públicos em plicam na grande reprovação de seu governo. Hoje o deputado Ezequiel Ferreira é filiado ao PMDB.

Aqui a situação também não é boa, Marília ex prefeita da cidade de Macaíba, que depois de ter perdido a campanha acuminou deixando o município de Macaíba no deus dará, e isso fez com que ela saísse  pior do que estava, pois a população não gostou do jeito que ela começou a tratar a cidade de uma forma vingativa por ter perdido a eleição, o vice governador Robinson não está encontrando um caminho que lhe dê a certeza que ele será o candidato da oposição.

A cidade de Macaíba vive um momento de pânico, durante o dia os assaltos são contantes, a noite a população se recolhe em suas residências, os estudantes e trabalhadores que chegam de Natal caminham ligeiramente para chegar em casa. Devido a este pânico Macaíba ficou conhecida como a “cidade do medo”. Os traficantes estão se matando a todo instante, independente de dia, hora e local. Tendo como consequência ferimento mortes de pessoas de bem. O efetivo da polícia militar é insuficiente, o da polícia civil menosprezível e o da guarda municipal inexistente. Até quando viveremos assim? Qual o posicionamento do estado, justiça, secretaria de segurança e município? O que pode ser feito?

A presença e a participação de todos macaibenses é de extrema importância na Audiência Pública. Compareça!

Heronides Mangabeira

Foto: Macaíba no Ar/ 11:33 minutos da manhã/ Avenida Jundiaí

Para os pedestres está cada vez mais difícil transitar nas calçadas. O problema é grave porque em muitos pontos da cidade são os carros que ocupam os lugares destinados as pessoas. Estacionar em local proibido é uma das infrações mais cometidas pelos motoristas em Macaíba. A falta de fiscalização faz com que isso ocorra diariamente.

Art. 181. Estacionar o veículo:

VIII – no passeio ou sobre faixa destinada a pedestre, sobre ciclovia ou ciclofaixa, bem como nas ilhas, refúgios, ao lado ou sobre canteiros centrais, divisores de pista de rolamento, marcas de canalização, gramados ou jardim público:

Infração – grave;

Imagens do tapa buraco de 2011

 Depois de três meses de reclamações a Prefeitura de Macaíba mandou uma equipe fazer reparos na avenida Jundiaí, desde 2011 esta avenida importante não passava por reparos. A população vinha pedindo ações a bastante tempo, pois com fortes chuvas que ocorreram este ano a situação da via estava prejudicando motoristas e ciclistas de trafegar nesta localidade da cidade, o problemas dos buracos na avenida Jundiaí foi parcialmente resolvido, só falta combater as irregularidades de motoristas que estacionam seus carros e motos em cima das calçadas na Avenida Jundiaí.

A Governadora Rosalba Ciarlini embarcou para Brasília às 15h desta quinta-feira, 03 de outubro, para assinar o contrato de financiamento de USD 540 milhões (quinhentos e quarenta milhões de dólares) com o Banco Mundial, destinados a investimentos no Rio Grande do Norte. A cerimônia de assinatura acontecerá às 9h desta sexta-feira, dia 04, na representação do Banco Mundial, em Brasília.

A liberação dos recursos do Banco Mundial, pleiteados pela Governadora Rosalba Ciarlini para o RN, acontecerá em duas etapas.

Primeiro, serão liberados USD 360 milhões (trezentos e sessenta milhões de dólares) num prazo máximo de até 30 dias após a assinatura. Quando 40% desses recursos tiverem sido executados, será liberada a segunda parcela de USD 180 milhões (cento e oitenta milhões de dólares).

Heitor Gregório

Chegam noticias que o Partido Socialismo e Liberdade – PSOL, em Macaíba, conta com mais um filiado. Zeca da Pesca assina filiação com o PSOL fortalecendo a sigla no município. E avisa que deverá convencer mais lideranças de peso para compor o quadro do partido.

Senadinho Macaíba

Imagem ilustrativa 

A falta de respeito com o cidadão é grande em nossa cidade, pois todas as noites motoristas ” donos das calçadas ” estacionam seus carros em cima das calçadas da avenida Jundiaí, causando risco aos pedestres que tem que andar pelo meio da rua por causa dos carros e motos estacionados em local indevido, esse fato ocorre em frente de uma loja de bicicleta e próximo da igreja universal.