Arquivo diário: quinta-feira, abril 8, 2021

Macaíba celebra 139 anos da Paróquia « Arquidiocese de Natal, RN

Foto: Jefferson Fernandes/Pascom

Por 9 votos a 2, o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu nesta quinta-feira (8) que estados e municípios podem impor restrições a celebrações religiosas presenciais, como cultos e missas, em templos e igrejas durante a pandemia de Covid-19 — divergiram os ministros Nunes Marques e Dias Toffoli.

Os ministros do Supremo julgaram uma ação do PSD. O partido pedia a derrubada de decreto estadual de São Paulo que proibiu cultos e missas presenciais em templos e igrejas.

G1

Bandas musicais são responsáveis por, além de promover atividades variadas e dinâmicas aos participantes, propiciar o desenvolvimento de elementos fundamentais na formação acadêmica e vital dos envolvidos. É possível notar o crescimento de habilidades musicais, a ampliação das relações sociais dos participantes, o desenvolvimento do intelecto e, também, a melhoria de percepções variadas na vivência dos educandos.

Apesar de existir como uma atividade cultural e artística da Escola Agrícola de Jundiaí (EAJ-UFRN) há mais de 40 anos, a Banda de Música da Escola Agrícola de Jundiaí (BMEAJ) tornou-se um projeto de extensão apenas em 2012 e, a partir disso, vem fazendo parte da formação acadêmica e individual dos seus participantes. Contando com aproximadamente 40 pessoas envolvidas por ano, desde alunos, professores e pessoas da comunidade que se interessam, a atividade se consolidou e também passou a ser um dos projetos permanentes do Núcleo de Arte e Cultura da UFRN (NAC).

Atualmente, o projeto é coordenado pelo professor Aldair Rodrigues da Silva e conta com a professora Viviane da Silva Medeiros como coordenadora adjunta. Além dos professores envolvidos, a banda ainda conta com a colaboração de três bolsistas e mais de 20 alunos participantes. Apesar do atual período pandêmico não permitir encontros presenciais, como as apresentações realizadas pela BMEAJ em eventos, as atividades do projeto não pararam.

A partir de atividades virtuais, como o uso do Instagram, a banda continuou atuando de maneira efetiva na vida dos estudantes e da sociedade. Através de publicações musicais no perfil oficial do grupo musical no Instagram, com vídeos de apresentações dos alunos ou convidados, o projeto continuou em andamento durante o ano de 2020 e continuará em 2021 também. Apresentando bons números de impressões na rede social, a atividade de extensão cumpre seu papel extensionista e ainda possibilita a inclusão de mais pessoas da comunidade no projeto.

Embora as atividades do projeto tenham passado por modificações do mundo presencial para o remoto, o coordenador da banda, Aldair Rodrigues, espera obter resultados que superem os de 2020, quando foi pego de surpresa pela pandemia. “Esperamos alcançar as metas e efetivar um trabalho mais produtivo em relação ao ano passado, quando fomos pegos de surpresa diante da pandemia e tivemos que nos reinventar”, relata. O coordenador ainda destaca a importância do projeto continuar em atividade, salientando a formação crítica adquirida por todos os envolvidos. “A relevância encontra-se em manter viva a chama de um projeto tão antigo e possibilitar, através do lúdico e do metódico, desenvolver o pensamento crítico”, ressalta.

O bolsista Yuri Felipe Araujo, 20, que assumiu a posição de assessor de comunicação da banda, apesar de ter integrado a equipe da ação de extensão há pouco tempo, afirma viver uma experiência positiva como parte do projeto. “Vem sendo uma experiência edificante fazer parte de uma banda com uma história tão importante quanto a Banda de Música da Escola Agrícola de Jundiaí e conhecer mais sobre, além da troca de conhecimentos e experiências entre os membros desse projeto incrível!”, conta.

Yuri ainda revela ter planos de recriar o espaço de ensinamentos que existia nos encontros presenciais da banda, a fim de conquistar os estudantes da EAJ-UFRN para a participação no projeto. “Queremos trazer o ambiente de aprendizado mútuo que existia durante as oficinas da banda para o virtual, atraindo os alunos da EAJ que já conheciam ou não o projeto, como também toda a comunidade acadêmica e a população”, explica.

Atividades extensionistas como a BMEAJ são necessárias não só para os que estão dentro da academia, como também para a sociedade a qual estão inseridos. Através da cultura e da arte, todos os envolvidos têm a chance de ampliar elementos fundamentais nas suas vidas. Além disso, são projetos assim que, além de promover desenvolvimento, possibilitam um momento de tranquilidade em tempos tão sombrios para a sociedade e os membros envolvidos.

 

Faleceu na manhã desta quinta-feira (08), em Natal, a dentista e professora Maria Leonor Assunção Soares Câmara, mãe do prefeito de Ceará-Mirim, Júlio César Câmara, em decorrência da Covid-19.

Como dentista e professora era referência em Patologia Oral, área na qual possuia Mestrado pela UFRN, onde foi professora, além da UnP.

Leonor também teve atuação política e foi vereadora de Ceará-Mirim.

Era muito querida pelos ex-alunos.

Com informações de Heitor Gregório.

Dr. Jairinho, namorado de Monique Medeiros da Costa e Silva, mãe do menino Henry Borel, deixa a Delegacia de Polícia da Barra da Tijuca(16ªDP), após prestar depoimento sobre a morte do menido de 4 anos.

Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil

O delegado titular da 16ª Delegacia de Polícia Henrique Damasceno disse hoje (8) que o vereador Dr. Jairinho (RJ), expulso nesta quinta-feira do partido Solidariedade, assassinou Henry Borel, de 4 anos, filho da namorada do vereador. Segundo o delegado, a investigação continua, mas já existem provas suficientes para assegurar que a morte do garoto, no dia 8 de março, não foi um acidente, e sim um crime duplamente qualificado com emprego de tortura e sem possibilidade de defesa da vítima.

De acordo com o delegado, até o momento, não há possibilidade de garantir que a mãe da criança participou das torturas, mas Damasceno acrescentou que Monique Medeiros da Costa e Silva foi omissa em não procurar a polícia para relatar uma agressão ocorrida no dia 12 de fevereiro, dentro do apartamento do casal. Conforme o delegado, a agressão ficou evidente em troca de mensagens entre Monique e a babá de Henry, Thayná, recuperadas pela polícia com a utilização do software israelense Cellebrite Premium.

Monique Medeiros da Costa e Silva, mãe do menino Henry Borel, deixa à Delegacia de Polícia da Barra da Tijuca(16ªDP), após prestar depoimento sobre a morte do menido de 4 anos.

Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil

As mensagens foram fundamentais para determinar a prisão do casal nesta quinta-feira. A aquisição do software vinha sendo pedida pela polícia há dois anos e foi autorizada pelo governador em exercício Cláudio Castro durante as investigações.

Nas mensagens, que tinham sido apagadas do celular de Monique, a babá informou que o menino foi trancado no quarto por Dr. Jairinho e naquele momento sofria agressões. A mãe então pediu para que ela entrasse no quarto, o tirasse de lá e desse um banho para ele ficar mais calmo. A babá contou ainda que o menino relatou que levou “uma banda” do padrasto e que pediu para que a sua cabeça não fosse lavada, porque sentia dor. Henry falou ainda que tinha dores no joelho.

Ameaças

O delegado descartou a possibilidade de a mãe ter sofrido ameaças para não relatar as agressões e ressaltou que não faltaram oportunidades para falar das agressões sofridas pelo menino.

“Com relação à ameaça, com bastante sinceridade, não é isso que percebi. Ela teve inúmeros momentos em que poderia ter falado conosco. O depoimento foi bastante longo e ela se mostrou à vontade em vários pontos dele [depoimento]”, afirmou.

O comportamento de Monique após a morte do filho chamou atenção de Damasceno. “Ela conseguiu prestar um depoimento por mais de quatro horas e apresentou uma versão fantasiosa protegendo o assassino do próprio filho”, ressaltou, destacando, que com base na legislação brasileira, a denúncia seria uma obrigação legal da mãe.

“A mãe não procurou a polícia, não afastou a vítima do agressor, do convívio de uma criança de 4 anos, filho dela. É bom que se diga que ela tem obrigação legal. Além disso, quando verificamos depois de uma rotina, esteve em sede policial por mais de quatro horas protegendo o assassino do próprio filho. Não só se omitiu, como também concordou”.

O delegado informou ainda que após o enterro do filho, Monique foi a um salão de beleza para tratar do cabelo e das unhas. A imagem que o casal tentava passar da convivência com o menino era de uma família harmoniosa, inclusive induzindo a polícia para esta versão.

IML

Durante as investigações foi ouvido um alto executivo da Saúde, com nome não revelado pelo delegado, que no seu depoimento na 16ª DP revelou ter recebido quatro ligações de Dr. Jairinho pedindo que o corpo fosse liberado pelo Hospital Barra D’Or, onde a criança já chegou morta, e não fosse encaminhado para o Instituto Médico Legal (IML). O executivo, segundo o delegado, negou o pedido, porque constatou que o menino tinha sido vítima de agressões e, por isso, o corpo precisava ser levado ao IML.

Descarte de celulares

O casal foi preso na casa de uma tia do vereador, em Bangu, na zona oeste do Rio de Janeiro. O endereço não tinha sido informado às autoridades policiais, que conheciam apenas a localização da casa da mãe de Monique e dos pais de Dr. Jairinho, onde estavam morando separados nos últimos dias. Esse foi um dos motivos pelos quais a prisão foi feita nesta quinta-feira. O delegado relatou que não houve resistência no momento que foram presos, mas o vereador tentou se livrar de dois celulares que o casal estava usando depois que tiveram anteriormente a apreensão dos seus aparelhos. Jarinho jogou os celulares pela janela, mas a polícia recolheu e os encaminhou para perícia.

O promotor do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ), titular da 1ª Promotoria da Zona Sul e Barra, Marcos Kac, disse que as provas continuam sendo produzidas porque as investigações ainda não terminaram, uma vez que ainda tem uma série de atos de polícia judiciária e pericial para serem praticados para que todo o acervo probatório seja encaminhado ao Ministério Público. “Aí sim, vai valorar a conduta de cada um e imputar o tipo penal violado por cada um dos atores dessa tragédia”, contou Marcos Kac, esclarecendo o processo para determinar a punição de cada um no crime.

Para o diretor do Departamento Geral de Polícia da Capital (DGPC), delegado Antenor Lopes, para as investigações este foi um caso extremamente sensível e delicado, que começou com a possibilidade de ser um acidente doméstico, mas que avançou nas apurações. “Caso difícil porque ocorreu dentro de um apartamento sem maiores testemunhas e sem câmeras. Era um caso com dificuldade muito grande, mas a equipe do Dr Henrique evoluiu na investigação e eles começaram a perceber que algo estava errado. Fomos auxiliados pela perícia técnica, bem como toda a investigação foi acompanhada pelo Ministério Público do Rio de Janeiro, com o Dr Marcos Kac”, completou.

Expulsão

O partido Solidariedade, que ontem tinha anunciado o afastamento de Dr. Jairinho, em nota nesta quinta-feira, informou a expulsão do vereador. “Diante dos novos fatos revelados, a Executiva Nacional do Solidariedade, em conjunto com a Estadual do partido, resolve expulsar, de forma sumária, o vereador Dr. Jairinho”.

A Câmara Municipal do Rio de Janeiro confirmou que se reunirá hoje para definir a situação do vereador, com a responsabilidade que o caso exige e atenta à gravidade da prisão de Dr. Jairinho. Está prevista para esta tarde uma reunião do Conselho de Ética. “Embora inexista até o momento representação formulada no Conselho de Ética, será dada toda celeridade que o caso exige. Em razão da prisão, o vereador tem sua remuneração imediatamente suspensa e fica formalmente afastado do mandato a partir do trigésimo primeiro dia, na forma do art. 14 do Regimento Interno”, informou.

Depois de passar por exames de corpo de delito no IML, o casal foi levado para o presídio de Benfica, na zona norte, para entrada no sistema prisional do estado do Rio. A reportagem da Agência Brasil tentou contato com a defesa do casal, mas não obteve resposta.

Fonte: Agência Brasil

Foto: Raiane Miranda

O Rio Grande do Norte recebeu no fim da tarde desta quinta-feira (8), mais 69 mil doses de vacinas contra a covid-19, sendo 32 mil doses da CoronaVac e 37 mil da AstraZeneca, enviadas pelo Ministério da Saúde.

Seguindo as orientações do Plano Nacional de Imunização (PNI/MS), o novo lote será direcionado a 1ª dose em idosos e trabalhadores das forças de segurança, e a 2ª dose de trabalhadores de saúde e idosos de 74 a 70 anos, informou o Governo do Estado nas redes sociais.

As doses da AstraZeneca/Fiocruz serão divididas, de acordo com a nota técnica do ministério, entre a segunda dose para trabalhadores da saúde e a ampliação da primeira dose para idosos acima dos 65 anos. Já as CoronaVac/Butantan têm a destinação a completar o esquema vacinal de profissionais da saúde e idosos entre 70 e 74 anos, além de aplicação da primeira dose entre membros da segurança pública e pessoas entre  65 e 69 anos.

Com essa nova carga entregue no Aeroporto Internacional de São Gonçalo do Amarante, o RN completa 754.690 doses recebidas. Até a tarde de hoje, foram aplicadas 458.910 vacinas, em mais de 370 mil potiguares, que receberam pelo menos a primeira dose, segundo o RN+ Vacina.

Foto: Reprodução

Pelo menos cinco pessoas ficaram feridas em um acidente no Km 282 da BR-304, na Reta Tabajara, em Macaíba, na manhã desta quinta-feira (8). De acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), a colisão foi frontal e não deixou vítimas fatais.

O sinistro envolveu um Fiat Mobi e o Hyundai HB20. Segundo o órgão federal, a colisão aconteceu depois que o motorista do HB20 decidiu entrar em um posto de combustíveis na região. A PRF não informou quantas pessoas ficaram feridas em cada veículo.

Na última terça-feira (6), a Polícia Rodoviária Federal divulgou o balanço da Operação Semana Santa, realizada entre 1º e 4 de abril. Segundo os dados, nenhum óbito foi registrado nas rodovias federais que cortam o RN. Além disso, houve redução de 20% no número de acidentes graves no estado.

Portal da Tropical

Foto: Raphael Oliveira

O secretário municipal de Desenvolvimento Econômico, Auri Simplício e o secretário municipal de Assuntos de Governo, Edivaldo Emídio, estiveram nesta quarta-feira (08) na comunidade de Cajazeiras, na zona rural de Macaíba para participar da apresentação do Programa de Microcrédito oferecido pela Agência de Fomento do RN, em parceria com o Governo do Estado.

O programa vai oferecer aos microempreendedores da comunidade crédito com juros zero para pagamento em dia. Os valores podem variar de até 3 mil reais para informais e até 12 mil reais para microempreendedores individuais. Esses valores podem ser usados em todo tipo de empreendimento como artesanato, produção cultural, costura, oficinas mecânicas, lanchonetes, refeições, quentinhas etc.

O secretário de Desenvolvimento comentou sobre a importância desse programa para incentivar o comércio local. “O crédito está vindo ao encontro de vocês. Quem deseja crédito para usar com responsabilidade esse é o momento. A gente tem que incentivar o comércio local, o comércio as margens da BR porque esse é o comércio de Cajazeiras”, comentou ele.

Assecom

O vereador Dr. Jairinho (afastado do Solidariedade) e a namorada Monique Medeiros da Costa e Silva prestam depoimento na Delegacia de Polícia da Barra da Tijuca (16ªDP). Eles foram presos na manhã de hoje (8), em Bangu, na zona oeste da cidade, suspeitos da morte do menino Henry Borel, de 4 anos, filho de Monique, ocorrida no dia 8 de março.

O padrasto Dr. Jairinho e a mãe moravam com Henry em um apartamento de um condomínio da Barra, onde o menino, segundo investigações da Polícia Civil, teria sofrido fortes agressões. O menino tinha passado o fim de semana com o pai, o engenheiro Leniel Borel, que o deixou em casa na noite de domingo (dia 7 de março).

O advogado de defesa do casal, André Barreto, chegou à delegacia logo após a prisão do vereador e da mãe de Henry. Procurado pela reportagem da Agência Brasil, o advogado não respondeu às mensagens.

Em um site criado pelo casal e sua defesa há alguns dias, no entanto, eles dizem ser inocentes e acreditar que “a justiça prevalecerá”.

Redes sociais

O pai de Henry, Leniel Borel, postou uma mensagem na madrugada de hoje, no Instagram. No vídeo, Henry aparece dançando.

“Henry, 30 dias desde que te dei o último abraço. Nunca vou esquecer de cada minuto do nosso último final de semana juntos. Deixar você bem, cheio de vida, com todos os sonhos e vontades de uma criança inocente. Desculpe o papai por não ter feito mais, lutado mais e protegido você muito mais. Confiamos que Deus fará sobressair a tua justiça como a luz, e o teu juízo como o meio-dia. Salmos 37”, escreveu o engenheiro.

Agência Brasil

A Polícia Militar prendeu e levou à delegacia um homem e uma travesti suspeitos de estupro contra um bebê de 4 meses no interior do Rio Grande do Norte. Um adolescente, que é irmão da vítima e teria participado do crime, também se apresentou à Polícia Civil no final da manhã desta quinta-feira (8). Um vídeo do crime foi postado pelos próprios envolvidos nas redes sociais.

Segundo o sargento Francisco Marinho, da Polícia Militar, o crime cometido seria o estupro de vulnerável. O caso aconteceu na tarde desta quarta-feira (7) em Canguaretama, no Litoral Sul, foi filmado por um dos envolvidos e compartilhado nas redes sociais.

Nas imagens, o adolescente e outro jovem aparecem “manipulando” o órgão sexual do bebê. O terceiro envolvido filmava a cena.

“Eles fizeram a filmagem como masturbando a criança e postaram nas redes sociais. Essas imagens repercutiram muito na região, chegaram ao nosso conhecimento e realizamos a prisão em flagrante, por estupro de vulnerável”, afirmou o sargento.

A PM identificou os suspeitos e deteve dois maiores de idade – de 18 e 20 anos de idade – durante a manhã desta quinta-feira (7), por volta das 9h. Ambos foram levados à delegacia e um deles confessou que fez as imagens.

Segundo a Polícia Civil, o adolescente se apresentou à delegacia de Canguaretama no final da manhã. A mãe dele e da criança também prestou depoimento.

Segundo a Polícia Civil, o caso é comandado pelo delegado José Carlos de Oliveira. Ao final das investigações, os suspeitos poderão responder por estupro de vulnerável e produção imagens contendo pornografia infantil.

G1 RN