Arquivo diário: sábado, fevereiro 6, 2021

Foto: Fábio Rodrigues Pozzebom/ Agência Brasil

O presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta sexta-feira (5) que o governo avalia um projeto para estabelecer um valor fixo do ICMS sobre combustíveis ou a incidência do ICMS sobre o preço dos combustíveis nas refinarias.

Bolsonaro deu a declaração após uma reunião com ministros e com o presidente da Petrobras, Roberto Castello Branco, em que foram discutidas maneiras de conter a disparada dos preços de combustíveis no país.

A alta, principalmente de gasolina e diesel, preocupa o Palácio do Planalto. Combustíveis caros são considerados, politicamente, ruins para a popularidade do governo. Além disso, preços altos podem significar um entrave para setores que dependem de transporte, ainda mais neste momento em que a economia ainda sofre para retomar o crescimento.

O presidente afirmou que o governo está fazendo estudos sobre as mudanças no ICMS e que, se ficar comprovada a viabilidade jurídica, apresentará um projeto sobre o tema ao Congresso na semana que vem.

De acordo com o presidente, o valor do ICMS fixo seria decidido pelos governos estaduais, junto com as assembleias legislativas.

“Nós pretendemos ultimar um estudo e, caso seja viável, seja juridicamente possível, nós apresentaremos [um projeto] ainda na próxima semana, fazendo com que o ICMS venha a incidir sobre o preço do combustível nas refinarias. Ou um valor fixo para o álcool, a gasolina e o diesel. E quem vai definir esse percentual ou esse valor fixo serão as respectivas assembleias legislativas”, afirmou o presidente.

Foto: Waldemir Barreto/Agência Senado

O senador Styvenson Valentim (Podemos), um dos signatários da CPI da Covid, afirmou a O Antagonista que apoia a proposta para tentar evitar que “o tsunami que atingiu Manaus vá em direção a outros estados”.

“Um país que é referência mundial em vacinação não apresentou um plano digno contra esse vírus, que aterroriza a sociedade. É algo impensável. Temos que apurar erros e omissões de quem deixou a situação chegar a esse ponto”, disse o parlamentar.

O Antagonista

Na noite desta sexta-feira (05), a polícia Militar, através do Batalhão de Operações Policiais Especiais – BOPE, prendeu um indivíduo que portava um simulacro de arma de fogo e fazia um funcionário de um supermercado atacadista de refém dentro do estabelecimento, na avenida Tomáz Landin, zona Norte da cidade.

O infrator se entregou após a chegada e negociação dos policiais do BOPE, sendo conduzido à Delegacia de Polícia Civil da zona Norte, para adoção dos procedimentos necessários.

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O Governo do Estado realizou esta semana a distribuição dos novos policiais militares para todos os batalhões do estado. O 11º Batalhão de Polícia Militar recebeu 48 novos homens e mulheres para trabalhar nas cidades no qual o batalhão é responsável pela segurança. Dos 48 policiais, 16 serão para patrulhar a cidade de Macaíba, nos garantiu uma fonte da corporação.

Na tarde desta sexta-feira (05) quem esteve em Macaíba foi o deputado estadual Hermano Morais (PSB). O deputado foi recebido pelo prefeito Emídio Júnior no Palácio Auta de Souza. De acordo com Hermano, a tarde dessa sexta foi de planejamento, parceria forte com a Prefeitura de Macaíba. Em sua redes sociais, Hermano escreveu “Com o prefeito Emídio Júnior, pudemos dialogar sobre as prioridades do município e o que faremos no legislativo estadual para torná-las possível”.

Desde o início desta semana circula um áudio nos grupos de whatsap da cidade onde uma mulher não identificada afirma “Dr. Fernando está atendendo no hospital”. Logo no meio político todos perguntavam se “Dr. Fernando” no qual era citado tratava-se do ex-prefeito Fernando Cunha.

A dúvida surgiu, pois, no Hospital Regional de Macaíba também existe um outro médico de nome Fernando.

Confirmado!

O ex-prefeito Fernando Cunha após deixar a Prefeitura de Macaíba voltou ao seu trabalho na saúde. Servidor do estado, Fernando está lotado no Hospital Regional de Macaíba onde desempenha suas funções.

Desempregado, Wladmir Rodrigues, de 57 anos, teve história viralizada nas redes sociais, após caminhar mais de 25 km para entregar currículos. — Foto: Cedida

Longas caminhadas sem alimentação e com um único objetivo: encontrar um trabalho. Desempregado há 11 meses, seu Wladmir Rodrigues, de 57 anos, chegou a andar mais de 25 quilômetros a pé, em um único dia, entregando currículos em empresas de Natal e da região metropolitana. Na última quarta-feira (3), porém, a história dele ganhou a internet e gerou muitas mudanças. Ele agora tenta administrar mais de 200 entrevistas de emprego agendadas.

Tudo começou com uma postagem da psicóloga Ranaruza Costa nas redes sociais. Ela compartilhou a história do contato que teve com o Wladmir em uma passarela na BR-101, em Natal, além de uma foto do currículo dele. “Eu achava que só meus amigos iam compartilhar, mas ganhou uma repercussão muito grande”, disse.

Seu Wladimir passava ao lado de Ranaruza, quando ambos viram um jovem pedinte. O homem lamentou a situação do rapaz, mas disse que, embora não quisesse julgar, não entendia porque uma pessoa tão mais nova não saia para entregar currículos, como ele estava fazendo.

Ao contar para a psicóloga o quanto já havia caminhado naquele dia, ela se comoveu com a história. “Eu só tinha R$ 20 comigo e pensei que, assim como um amiga tinha acabado de me ajudar depositando um valor a mais na minha conta, eu tinha que ajudar. Ele já tinha caminhado mais de três horas. Ele chorou e disse que nunca tinha pedido dinheiro, mas eu disse para aceitar”, relatou.

Wladimir confirma que tentou recusar a ajuda, mas que Ranaruza insistiu e ele acabou aceitando. Com o valor, ele pôde voltar para casa. Natural do Rio de Janeiro, o homem disse que mora há 28 anos no Rio Grande do Norte. Em Natal, trabalhou 18 anos como maqueiro em um hospital que fechou em 2016. Ele diz que até hoje tenta receber os direitos trabalhistas.

“Fiquei trabalhando com bicos na construção civil, mas com a pandemia, ficou mais difícil. Passei 11 meses sem trabalhar e fui despejado da casa onde estava. Outra pessoa me ajudou alugando um a casa onde estou há poucos dias sem eu precisar depositar nenhum valor”, contou.

Diante da situação e sem dinheiro suficiente, o homem começou a fazer longas caminhadas, andando mais de 4 horas para entregar currículos em toda a cidade. “Ia sem alimentação mesmo”, contou. Somente na quarta-feira em que encontrou a Ranaruza, ele entregou mais de 40 currículos.

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Foto: Divulgação

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) recebeu hoje (6) o pedido de registro definitivo da vacina contra a covid-19 desenvolvida pela farmacêutica norte-americana Pfizer em parceria com empresa de biotecnologia alemã BioNtech. O imunizante se chama Cominarty.

Agora, a Anvisa tem 60 dias para avaliar toda a documentação. Em nota, a agência esclareceu que “o registro é a avaliação completa com dados mais robustos dos estudos de qualidade, eficácia e segurança, bem como do plano de mitigação dos riscos e da adoção das medidas de monitoramento”.

Na nota deste sábado, a Anvisa destacou ainda que o registro definitivo “é o sinal verde para que a vacina seja comercializada, distribuída e utilizada pela população, nos termos da indicação estabelecida na bula”.

No fim de dezembro, a Pfizer afirmou que não faria pedido para uso emergencial da sua vacina no Brasil e que seguiria o processo de submissão diretamente para um registro definitivo. À época, a empresa disse considerar o procedimento “mais célere”, além de mais amplo.

“O pedido de registro da vacina junto à Anvisa é a etapa final do processo de submissão contínua estabelecido pela agência para acelerar os registros de vacinas contra a covid-19. A companhia continuará trabalhando junto com a Anvisa para que o processo transcorra da melhor maneira possível, sempre pautadospor critérios técnicos e científicos”, disse neste sábado (6) Márjori Dulcine, diretora médica da Pfizer Brasil, de acordo com a assessoria de imprensa da farmacêutica.

Segundo a Pfizer, 2,9 mil voluntários participaram dos testes clínicos de sua vacina no Brasil. No mundo todo, foram 44 mil participantes em 150 centros de seis países, incluindo África do Sul, Alemanha, Argentina, Estados Unidos e Turquia. Resultados da terceira e última fase de testes do imunizante, divulgados em novembro, apontaram eficácia de 95% contra o novo coronavírus.

O pedido de registro definitivo é o segundo que a Anvisa recebe para uma vacina contra a covid-19. O primeiro foi feito em 29 de janeiro e é relativo à vacina desenvolvida pela farmacêutica AstraZeneca em parceria com a Universidade de Oxford, que já tem autorização para uso emergencial no país.

Agência Brasil