Arquivo diário: quarta-feira, outubro 30, 2019

Membros de uma igreja evangélica de São Gonçalo do Amarante simularam uma ação criminosa por algumas ruas da cidade neste último final de semana. Para dar mais realidade à ação, foram usadas armas airsoft sem o lacre que identifica que se trata de um equipamento esportivo, rádios comunicadores e tornozeleira eletrônica. O simulado de crime chamado de “Teen Impacto” envolveu mais de 300 jovens e ocorreu pelas ruas e quadras poliesportivas do município.

A Polícia Militar foi acionada por moradores que ficaram assustados e ao  chegar no local os policiais foram avisados que se trava de uma simulação.

Matéria na íntegra no portal UOL

O Presidente em exercício Hamilton Mourão fala à imprensa

Antonio Cruz/ Agência Brasil

Agência Brasil – O presidente em exercício, Hamilton Mourão, disse hoje (30) que a investigação sobre o vazamento de óleo que atingiu as praias do Nordeste está próxima de ser concluída. Segundo Mourão, há a possibilidade de que o governo anuncie a conclusão das investigações indicando o navio ou navios responsáveis ainda esta semana.

“Nossa investigação está chegando lá. Estamos aguardando o presidente [Jair Bolsonaro] chegar”, disse. “[Há] boa chance de divulgar o resultado ainda nesta semana”.

Mourão recebeu, na tarde desta quarta-feira, o comandante da Marinha Almirante de Esquadra Ilques Barbosa Junior que deu detalhes sobre a investigação. Dos 30 navios que eram investigados como responsáveis pelo vazamento, o governo trabalha atualmente com o número de 10 embarcações.

O presidente em exercício disse que o resultado da investigação será anunciado quando o governo tiver “100% de certeza”, mas indicou que a embarcação não seria um dark ship. Também chamados de navios fantasmas, os dark ships são embarcações que navegam em águas internacionais sem o sistema AIS (Automatic Identification System, em inglês) desligado. O sistema é um tipo de transponder que identifica constantemente a localização e o rumo da embarcação.

“Acho que ele [o navio] não é ilegal”, disse Mourão. “Nessa investigação nós levantamos que vários dark ship cruzaram aquela área, mas nenhum deles estava transportando óleo”.

Segundo o presidente em exercício, as apurações indicam que o transponder do navio não estaria desligado durante o vazamento. Questionado se o governo vai exigir algum tipo de reparação, Mourão disse que sim.

“Tem que cobrar, tem que multar. Existe uma legislação do mar em relação ao meio ambiente”, disse. “Esse navio obviamente deve pertencer a uma empresa e aí tem que ver aquela questão de seguro. Tem o seguro marítimo é um troço caríssimo e tem que cobrir essas coisas todas”.

Segundo Mourão, uma possibilidade é que o vazamento tenha ocorrido durante uma “ejeção de porão”, quando o navio libera o óleo no mar, possivelmente para resolver um problema de estabilidade.

“Acho que o cara fez uma ejeção de porão pela quantidade de óleo lançado, mas acho que temos que ir ao navio. Ele tira um pouco do óleo, por exemplo, se está com problema de flutuação e ele tira o óleo para aumentar a estabilidade”, disse.

 

Na manhã do último sábado (26), a equipe do Cidadão Macaibense visitou a feira da cidade. No início da nossa caminhada encontramos uma família que estava pedindo ajuda, um senhor que segurava um cartaz (foto) com uma criança no colo e uma mulher recebendo alimentos dos feirantes, provavelmente eles fazem parte de um grupo de refugiados da Venezuela, país onde impera o regime de Nicolás Maduro.

O número de venezuelanos que buscam ajuda no Brasil tem aumentado nos últimos meses, em Macaíba, a nossa equipe encontrou 5 pessoas, mas fomos informados que eles estavam espalhados na feira e o número pode ser maior. Eles chegaram há 3 meses e vieram para as cidades do nordeste. Nas ruas, semáforos e feiras eles pedem ajuda em dinheiro, comida, roupas, remédios, fraldas descartáveis e emprego.

Nossa equipe não conseguiu obter informações concretas sobre a real situação dos venezuelanos na cidade. Qual o destino após a feira? Onde estão dormindo, roupas e alimentação? Um grupo de macaibenses estão buscando informações para ajudar e nossa equipe está a disposição nessa iniciativa.

Do Cidadão Macaibense

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O Jornal Nacional teve acesso, com exclusividade, a registros da portaria do Condomínio Vivendas da Barra, onde mora o principal suspeito de matar a vereadora Marielle Franco e o motorista Anderson Gomes, Ronnie Lessa – é o mesmo condomínio onde o presidente Jair Bolsonaro tem casa.

O porteiro contou à polícia que, horas antes do assassinato, em 14 de março de 2018, o outro suspeito do crime, Élcio de Queiroz, entrou no condomínio e disse que iria para a casa do então deputado Jair Bolsonaro. Mas os registros de presença da Câmara dos Deputados mostram que Bolsonaro estava em Brasília no dia.

Como houve citação ao nome do presidente, a lei obriga que o Supremo Tribunal Federal (STF) analise a situação.

No dia do crime, o porteiro trabalhava na guarita que controla os acessos ao condomínio. Às 17h10 da data do crime, ele escreve no livro de visitantes o nome de quem entra, Élcio, o carro, um Logan, a placa, AGH 8202, e a casa que o visitante iria, a de número 58.

O Jornal Nacional apurou o teor de suas declarações. O porteiro contou que, depois que Élcio se identificou na portaria e disse que iria pra casa 58, ligou para a casa 58 para confirmar se o visitante tinha autorização para entrar.

Disse também que identificou a voz de quem atendeu como sendo a do “Seu Jair” – ele confirmou isso nos dois depoimentos.

No registro geral de imóveis, consta que a casa 58 pertence a Jair Messias Bolsonaro. O presidente também é dono da casa 36, onde vive um dos filhos dele, o vereador do Rio Carlos Bolsonaro (PSC).

O porteiro explicou que, depois que Élcio entrou, ele acompanhou a movimentação do carro pelas câmeras de segurança e viu que o carro tinha ido para a casa 66 do condomínio. A casa 66 era onde morava Ronnie Lessa, acusado de matar Marielle e Anderson.

Lessa é apontado pelo Ministério Público e pela Delegacia de Homicídios como autor dos disparos.

O porteiro disse, em depoimento, que ligou de novo para a casa 58, e que o homem identificado por ele como “Seu Jair” teria dito que sabia para onde Élcio estava indo.

Contradição no depoimento

O Jornal Nacional pesquisou os registros da Câmara e encontrou uma contradição no depoimento do porteiro. Jair Bolsonaro estava em Brasília nesse dia, como mostram os registros de presença em duas votações no plenário: às 14h e às 20h30. Portanto, ele não poderia estar no Rio.

Fontes disseram à equipe de reportagem que os dois criminosos saíram do condomínio dentro do carro de Ronnie Lessa, minutos depois da chegada de Élcio, e embarcaram no carro usado no crime nas proximidades do condomínio.

Matéria na íntegra Portal G1

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A Companhia de Águas e Esgotos do Rio Grande do Norte (Caern) ainda não realizou o recapeamento das vias que foram abertas para os serviços de saneamento básico do centro de Macaíba. Diversas ruas do centro da cidade estão em péssimas condições de trafegar devido a situação ao qual a Caern deixou.

A Prefeitura de Macaíba já notificou a empresa sobre essa situação e espera que o problema seja resolvido o mais rápido possível.

 

A governadora Fátima Bezerra se reuniu, no final da manhã desta terça-feira (29), com uma equipe da Cosern para receber, oficialmente, parte dos equipamentos de proteção individual doados pela empresa para o projeto “Se chegar a gente limpa”, que tem à frente o Idema e a Defesa Civil Estadual. A ação é uma continuidade da programação do Governo do Estado para combater o derramamento de óleo nas praias, que atinge o RN, a

Acompanhada do Vice-governador, Antenor Roberto, e do Secretário Chefe do Gabinete Civil, Raimundo Alves, a chefe do governo estadual afirmou o compromisso com o projeto. “Nós temos que estar preparados para a guerra. Somos o estado menos atingido, mas temos que entrar em campo”, disse.

Ao todo, estão sendo doados pela Cosern 6.950 equipamentos de proteção entre luvas, máscaras, botas e protetores solares. Parte deste material começou a ser entregue nesta segunda-feira (28),  como também do material enviado pelo Governo Federal, através do Grupo de Avaliação e Acompanhamento (GAA), que entregou pás, carros de mão, ancinhos, peneiras, baldes e big bags; e do Governo do Estado, por meio do Idema, que adquiriu bombonas plásticas. Estes materiais foram doados aos voluntários, que foram treinados anteriormente pela Defesa Civil e pelo Idema.

“Ontem, em pleno ponto facultativo, eu estava recebendo o Comandante Medeiros, da Capitania dos Portos do Rio Grande do Norte”, disse a governadora, que se reuniu também com o Diretor- Presidente do Idema, Leon Aguiar, e com Fernando Mineiro, Secretário de Projetos e Metas do Estado.

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EBC

Agência Brasil – Redações do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) que tiraram a nota máxima têm pelo menos seis pontos em comum: demonstram domínio da modalidade escrita formal, respeitam os direitos humanos, têm proposta de intervenção para o problema apresentado no tema, têm repertório sociocultural, atendem ao tipo textual dissertativo-argumentativo e apresentam as características textuais fundamentais, como coesão e coerência.

Esses foram os aspectos destacados por especialistas do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) que comentaram sete redações que tiraram a nota mil no Enem 2018. O tema do ano passado foi Manipulação do comportamento do usuário pelo controle de dados na internet.

As redações nota mil e os comentários dos especialistas estão na Cartilha do Participante, disponível no site do Inep. A prova de redação do Enem 2019 será aplicada neste domingo (3) para cerca de 5,1 milhões de candidatos inscritos no exame. Além da redação, eles farão as provas de ciências humanas e linguagens.

A cartilha traz também exemplos de trechos que fizeram com que os participantes zerassem as competências analisadas pelos corretores. Cada uma das cinco competências vale 200 pontos.

Um dos quesitos é respeito aos direitos humanos. De acordo com o Inep, são consideradas desrespeito aos direitos humanos propostas que incitam as pessoas à violência, ou seja, aquelas em que transparece a ação de indivíduos na administração da punição – por exemplo, as que defendem a “justiça com as próprias mãos”.

No ano passado, zeraram essa competência os textos que incitavam tortura e cárcere privado a pessoas que faziam o uso do controle de dados para a manipulação, que promoviam censura e vigilância em massa, que impediam a liberdade de acesso à informação e comunicação de qualquer pessoa ou grupo e que negavam direitos humanos a qualquer pessoa.

Algumas dicas, de acordo com a cartilha, são importantes para ir bem na prova. O Inep aconselha: “Procure escrever sua redação com letra legível, para evitar dúvidas no momento da avaliação. Redação com letra ilegível poderá não ser avaliada”.

Correção da prova

Cada redação será corrigida por duas pessoas. Eles darão notas de 0 a 200 para cada uma das cinco competências avaliadas no Enem. A nota final será a média aritmética das duas notas.

Caso haja uma diferença entre as notas de mais de 100 pontos na nota final ou de mais de 80 pontos em qualquer uma das competências, a redação passará por um terceiro avaliador.

Se a diferença entre as notas dadas se mantiver, a redação será avaliada por uma banca presencial composta por três professores, que definirá a nota final do participante.

As cinco competências avaliadas na redação do Enem são:

1: Demonstrar domínio da modalidade escrita formal da língua portuguesa.

2: Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo em prosa.

3: Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.

4: Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.

5: Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

Motivos para zerar a redação

A nota zero na redação impede o candidato de participar de processos seletivos do Ministério da Educação (MEC) como o Sistema de Seleção Unificada (Sisu), que seleciona estudantes para vagas em universidades públicas, e o Programa Universidade para Todos (ProUni), que oferece bolsas de estudos em instituições privadas de ensino superior, e o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies).

De acordo com o Inep, a redação receberá nota zero se apresentar uma das características a seguir: fuga total ao tema, não obediência à estrutura dissertativo-argumentativa, texto de até sete linhas, cópia integral de textos da prova de redação ou do caderno de questões,  impropérios, desenhos e outras formas propositais de anulação em qualquer parte da folha de redação, números ou sinais gráficos fora do texto e sem função clara ou parte deliberadamente desconectada do tema proposto.

Veja os temas da redação de edições anteriores

Enem 2009: O indivíduo frente à ética nacional

Enem 2010: O trabalho na construção da dignidade humana

Enem 2011:  Viver em rede no século XXI: Os limites entre o público e o privado

Enem 2012: O movimento imigratório para o Brasil no século XXI

Enem 2013:  Efeitos da implantação da Lei Seca no Brasil

Enem 2014: Publicidade infantil em questão no Brasil

Enem 2015: A persistência da violência contra a mulher na sociedade brasileira

Enem 2016: Caminhos para combater a intolerância religiosa no Brasil e Caminhos para combater o racismo no Brasil – Neste ano houve duas aplicações do exame.

Enem 2017: Desafios para formação educacional de surdos no Brasil

Enem 2018: Manipulação do comportamento do usuário pelo controle de dados na internet.