Arquivo diário: domingo, outubro 6, 2019

Chegou ao final a apuração dos votos da eleição para conselheiro tutelar de Macaíba. Ao todo disputaram 11 candidatos e os 5 mais votados foram eleitos. Confira o resultado:

1º Bruno Soares, 1000 votos 

2º Ana Lídia, 549 votos 

3º Samara, 518 votos

4º Rose, 401 votos 

5º Dayse, 360 votos

6º Ranier, 340 votos

7º Aldenira, 329 votos

8º Luciana, 299 votos

9º Adriana Dantas, 244 votos

10º Eric Meira, 241 votos

11° Joabson Marlos, 128 votos.

 

 

Criminosos bateram carro durante perseguição policial na Grande Natal — Foto: Redes sociais

Três suspeitos de assalto morreram após uma troca de tiros com policiais militares no final da manhã deste domingo (6) em Genipabu, no município de Extremoz, região metropolitana de Natal. Turistas também ficaram feridos após o carro usado pelos criminosos atingir o buggy em que eles estavam. Com o impacto, segundo a polícia, as vítimas foram arremessadas do veículo.

A caso ocorreu após a polícia receber a informação de que um carro roubado – modelo Onyx – estava em poder de suspeitos na região turística. A Polícia Militar foi acionada e, após se deparar com os suspeitos, começou a perseguição. Houve troca de tiros.

Durante a tentativa de fuga, os criminosos bateram o carro roubado na lateral de um buggy que levava pelo menos dois turistas pernambucanos, segundo a polícia. Sem cinto de segurança, os passageiros foram arremessados do veículo, e sofreram algumas lesões. O casal de Recife e o motorista do buggy foram socorridos pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e levados para o Hospital Walfredo Gurgel, na Zona Leste da capital.

Baleados, os suspeitos foram encaminhados pelos policiais ao Hospital Geral Dr. José Pedro Bezerra, conhecido como Hospital Santa Catarina, na Zona Norte da capital. Porém, de acordo com o serviço social da unidade, o corpo médico constatou que os três deram entrada na unidade já sem vida.

G1 RN

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No Brasil, existem essencialmente três modelos de escolas: as públicas, as militares, as cívico-militares, além das particulares. Elas diferem entre si principalmente em relação ao financiamento, forma de ingresso, gestão e na proposta didático-pedagógica.

Atendendo 81,3% das crianças e adolescentes, as públicas estão em maior quantidade e a concepção dessas escolas, tal qual conhecemos hoje, tem origem em 1932, com a publicação do Manifesto dos Pioneiros da Educação Nova.

Laica e gratuita, a escolas públicas devem atender a todos, independentemente de raça, condição financeira ou religião. Se houver qualquer desvio em relação a estes princípios, a população pode cobrar do poder público seu cumprimento.

Apesar dos avanços em democratizar o acesso e melhorar a qualidade das relações de ensino-aprendizagem, as escolas públicas padecem por falta de investimentos, responsabilidade principalmente de estados e municípios. Essa escassez de recursos reverbera na infraestrutura dos prédios, e nas condições que os professores têm para dar aula e que os alunos têm para aprender.

“Muitos professores não ganham sequer o piso do magistério, que é de 2.500 reais. Se não tem o professor no pilar de ensino-aprendizagem, isso significa que não tem aprendizagem”, diz Andressa Pellanda, coordenadora executiva da Campanha Nacional pelo Direito à Educação.

Escola militar

Ao todo são 13 escolas militares no Brasil, fundadas sobretudo entre os anos 1950 e 1970. Elas atendem do 6º ano do Ensino Fundamental ao 3º ano do Ensino Médio, e têm autonomia para montar seus próprios currículos e sua estrutura pedagógica, podendo contar com militares no quadro de professores.

A maior parte dos alunos são filhos de militares. Oferecer essas escolas é uma forma de tornar a carreira mais atraente e de atender às especificidades e exigências dessa formação para a vida militar. Os civis interessados em ingressar nas instituições são submetidos a uma prova, que seleciona os alunos que obtiverem as notas mais altas.

As escolas militares contam com recursos do Ministério da Educação e do Ministério da Defesa. Os professores recebem salário que passam de 10 mil reais, e os colégios possuem diferentes laboratórios, como de química e robótica, quadras poliesportiva e piscina.

As famílias também podem contribuir com um valor mensal que varia entre 100 e 300 reais, e devem pagar pelo fardamentos dos alunos, que custa em torno de 600 reais.

O resultado desse investimento, valorização dos educadores e infraestrutura é um melhor desempenho nas avaliações nacionais. O Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), por exemplo, aponta que o Ensino Fundamental II dos colégios militares têm uma nota de 6,5. O das escolas estaduais é 4,1.

Escola cívico-militar

No Brasil, já existem 203 escolas cívico-militares financiadas por Secretarias Estaduais de Segurança Pública e Secretarias Estaduais de Educação.

E no início do mês, o governo Bolsonaro anunciou o Plano Nacional das Escolas Cívico-Militares (PECIM), que pretende implementar o modelo em 216 escolas até 2023, começando em 2020. O governo federal investirá cerca de 1 milhão por escola para o pagamento dos militares, melhoria da infraestrutura das unidades e materiais escolares.

Nestas escolas, policiais militares e civis partilham a administração. De acordo com o novo modelo proposto por Bolsonaro, os militares atuarão como monitores para auxiliar na gestão educacional e administrativa. Os professores serão civis, responsáveis pela gestão da organização didático-pedagógica, bem como da financeira.

A demanda é por escolas militares ou por escolas de qualidade?

O debate sobre os diferentes modelos de escola ressurgiu ao longo deste último ano durante as sucessivas declarações de apoio de Jair Bolsonaro à expansão de escolas militares e cívico-militares, sobretudo após o anúncio do PECIM. O programa recebeu apoio de parte da população.

Para Andressa Pellanda, essa demanda está muito mais ligada à necessidade de escolas de melhor qualidade do que por escolas militarizadas. Ela argumenta que se esse dinheiro fosse investido nas escolas públicas, seria possível melhorar a infraestrutura, reduzir o número de alunos por sala, aumentar os salários dos professores e a capacidade de atrair os melhores educadores e, consequentemente, melhorar a qualidade da educação.

Isso porque há uma relação direta entre investimentos e qualidade, como mostra a tabela abaixo. Quanto mais recursos, maior é a nota obtida no Ideb, um dos principais indicadores de qualidade educacional do Brasil. O estudo foi desenvolvido por Thiago Alves, professor na Faculdade de Administração, Ciências Contábeis e Ciências Econômicas da Universidade Federal de Goiás (UFG) e sua equipe.

Escola militar

Crédito: Thiago Alves (UFG)

Um dos motivos de Bolsonaro para apoiar o PECIM é que essas escolas supostamente reduziriam a violência. No entanto, as experiências de escolas que conseguiram driblar a violência apontam para outro caminho.

“Escola sem violência tem muro baixo, políticas de diálogo, fortalece a participação da comunidade, que abrem aos finais de semana, o oposto ao que está se receitando”, diz José Marcelino de Rezende Pinto, professor da Universidade de São Paulo (USP) e especialista em financiamento da educação.

O educador aponta ainda outro problema criado por escolas como a militar e a cívico-militar: elas não são para todos. “Essas escolas criam vários mecanismos de seleção e, portanto, de exclusão”, alerta.

Apesar destes pontos, criou-se um cenário favorável para a implementação do PECIM. A partir da EC 95, que congelou os investimentos em educação por 20 anos, e os sucessivos cortes de recursos para a área impostos pelo MEC, muitos estados e municípios se veem sem saída. Assim, o MEC, ao oferecer às redes cerca de 1 milhão de reais para a implementação de cada escola cívico-militar, força essa política.

“Vários gestores estão enforcados com financiamento. É o único caminho que se dá para ter recursos”, afirma Andressa.

Centro de Referência em Educação Integral 

Na noite deste último sábado (05/10), jogado com o seu novo terceiro uniforme (amarelo), o Azulão Macaibense venceu a forte equipe de Onça Portuguesa (St. Antônio-RN) pelo placar de 3 a 2, em partida válida pela 2ª rodada do Campeonato Norteriograndense de Futsal 2019. Os gols Cruzeirense foram marcados pelos atletas Edson Hulk, Walber e ingo, enquanto José Cassiano e Cleberson assinalaram pela equipe visitante.

Em busca de mais uma vitória, o Cruzeiro de Macaíba enfrentará no próximo sábado (12) a Seleção de Pedro Velho. A partida acontecerá às 20h no Ginásio da cidade de Pedro Velho-RN.