Arquivo diário: sexta-feira, outubro 12, 2018

Foto: Wallacy Medeiros / Agecom

O Instituto Metrópole Digital (IMD/UFRN) vai sediar, entre os dias 16 e 18 de outubro, o “Congresso de Empreendedorismo Universitário: um olhar para o futuro”, iniciativa que integra várias instituições de ensino superior do Rio Grande do Norte.

O evento tem a realização da UFRN, em parceria com o Instituto Federal do Rio Grande (IFRN), Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN) e Universidade Federal Rural do Semi-Árido (UFERSA), por meio de suas pró-reitorias de Extensão e Pesquisa.

A programação do congresso engloba uma série de palestras, mesas redondas, workshops e premiações. As inscrições podem ser realizadas por meio do Sistema de Gestão de Atividades Acadêmicas (Sigaa), ou pelo LINK.

A abertura do Congresso acontece no Auditório da Reitoria, às 19h do dia 16, com a mesa redonda “Cenários Futuros e as Oportunidades para Empreender”, tendo a participação do gerente de comunicação e marketing do Sebrae/RN, Edwin Aldrin, e do criador da metodologia Meu Planejamento Futuro  (MEF), Jaime Araújo, com mediação do diretor da Saber Inovar, Marcelo Bandiera.

Dando continuidade à programação, será promovido no segundo dia de evento (17) uma série de palestras abordando temas de fomento à cultura do empreendedorismo, tais como: “Internet das coisas, tecnologia e empreendimentos”; “Aceleração de ideias e incubação de negócios – experiencias das incubadoras”; e “Metodologias e ferramentas de suporte ao empreendedorismo”. As palestras acontecerão na sede do IMD nos turnos da manhã e tarde.

Para finalizar a programação será realizado no último dia do evento, no Auditório do IMD, o “Workshop e Premiação da Maratona 100 Projetos em 100 Dias”.

Nestas eleições, a Rede Sustentabilidade apresentou à sociedade brasileira um projeto alternativo à polarização. Frente ao ódio e à mentira, oferecemos a face da verdade e da união em prol de um Brasil mais próspero, justo e sustentável. Infelizmente, os dois postulantes no segundo turno representam projetos de poder prejudiciais ao país, atrasados do ponto de vista da concepção de desenvolvimento, autoritários em relação ao papel das instituições de Estado, retrógrados quanto à visão do sistema político e questionáveis do ponto de vista ético.

A Rede não se alinha e não apoia nenhum deles. A corrupção sistemática revelada pela Operação Lava Jato foi uma marca dos governos petistas, assim como de boa parcela dos parlamentares que agora estão com o Bolsonaro. Os dirigentes petistas construíram um projeto de poder pelo poder pouco afeito à alternância democrática.

Por outro lado, é impossível ignorar que o projeto de Bolsonaro, conforme tem sido reiteradamente afirmado, representa um retrocesso brutal e inadmissível em três pontos muito caros aos princípios e propósitos da Rede. Primeiro, promete desmontar inteiramente a estrutura de proteção ambiental existente no país, conquistada ao longo de décadas, por gerações de ambientalistas. Chega ao absurdo de anunciar a incorporação do Ministério do Meio Ambiente ao Ministério da Agricultura. Com isso, atenta contra o interesse da sociedade brasileira e destrói pilares fundamentais para o futuro do país. Além disso, ataca os direitos das comunidades indígenas e quilombolas, anunciando que não será demarcado mais um centímetro de suas terras. Segundo, é um projeto que despreza direitos humanos e a diversidade existente na sociedade, promovendo a incitação sistemática ao ódio, à violência e à discriminação. Por fim, é um projeto que ameaça a democracia e põe em cheque as conquistas históricas desde a Constituinte de 1988.

Dessa forma, a Rede Sustentabilidade declara publicamente que:

1. Será oposição democrática ao governo de qualquer dos candidatos que saia vencedor do embate a que se reduziu essa eleição.

2. Não tem ilusões quanto às práticas condenáveis do PT, dentro e fora do governo. No entanto, frente às ameaças imediatas e urgentes à democracia, aos grupos vulneráveis, aos direitos humanos e ao meio ambiente, a Rede Sustentabilidade recomenda que seus filiados e simpatizantes não destinem nenhum voto ao candidato Jair Bolsonaro e, isso posto, escolham de acordo com sua consciência votar da forma que considerem melhor para o país.

10 de outubro de 2018,
Executiva Nacional da REDE Sustentabilidade

O prefeito Fernando Cunha e o secretário municipal de Esportes e Lazer, Flaubert Benício apresentaram a Vila Olímpica de Macaíba para representantes do Ministério da Defesa, na tarde desta última quarta-feira (10). Na oportunidade foram discutidos projetos nas áreas da educação e do esporte que podem ser realizados no local, em uma parceria da Prefeitura com as Forças Armadas.

As autoridades também estiveram presentes na cerimônia de encerramento da 1ª Olímpiada do Programa Forças do Esporte (PROFESP) 2018, em Natal, no Sest/SENAT, na manhã desta quarta-feira (10). A Vila Olímpica foi sede da disputa na última segunda-feira (8).

Os representantes do Ministério que visitaram a Vila foram Leandro Joése de Andrade Bandeira, comandante do 3º Distrito Naval; Jorge Antônio Smicelato, general de divisão e diretor do departamento de Desporto Militar; Ricardo Machado Vieira, chefe do Estado-Maior da Aeronáutica e tenente Brigadeiro do Ar e José Ferreira de Barros, comandante da Marinha e coordenador Geral do PROFESP.

O comandante José Barros declarou sobre o complexo poliesportivo:”Já sabia que o prefeito e o secretário de Esportes são muito envolvidos em projetos sociais. Eu me surpreendi quando eu cheguei aqui na Vila Olímpica porque eu não imaginava que tinha uma maravilhosa estrutura para as crianças e adolescentes e o que mais me dexiou feliz foi a presença das crianças, brincando, se alimentando. Verdadeiramente é um lugar que a região precisa. As oportunidades estão sendo dadas e tenho que certeza que serão grandes cidadãos. Me maravilhei com a infraestrutura em prol da sociedade”, afirmou.

Assecom

Propaganda política Fernando Haddad

Agência Brasil – No primeiro programa do horário eleitoral gratuito no segundo turno, exibido hoje (12), a campanha de Fernando Haddad (PT) explorou os recentes episódios de violência motivados por divergência política. Segundo o programa, apoiadores de Jair Bolsonaro realizaram nos últimos dias pelo menos 50 agressões por “motivos fúteis” contra pessoas que declaram não votar no candidato do PSL.

Um dos casos mencionados foi o assassinato do mestre de capoeira Moa do Katendê, ocorrido na noite do dia 7 de outubro, em Salvador. O artista levou 12 facadas de um homem em um bar após uma discussão entre os dois por causa da discordância entre ambos na escolha do candidato a presidente.

Na sequência, a campanha do petista defendeu que a democracia está em risco com a possibilidade de eleição de Bolsonaro. Para campanha de Haddad, o segundo turno que deveria ter um debate de propostas foi transformado em uma “onda de violência e intolerância”. Foram exibidos ainda depoimentos de pessoas que dizem amedrontadas pela escalada de violência e o crescimento do ódio.

Haddad falou em defesa da preservação de direitos e de como enfrentar o desafio da geração de empregos e garantia de comida na mesa. Ele propõe a criação do programa “Meu emprego de novo” para estimular contratações a partir da retomada de obras públicas paradas. O candidato aponta que é melhor o povo com um livro não mão do que com armas.

Em outro ponto, o programa também destacou o currículo do petista, que é doutor em filosofia, mestre em economia e professor universitário, recordando suas realizações como ministro da Educação. O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva aparece numa breve passagem, ao lado de Haddad, fazendo uma declaração de elogio ao seu ex-ministro.

PROPAGANDA ELEITORAL

Agência Brasil – No primeiro programa eleitoral do segundo turno no rádio e na televisão, o candidato Jair Bolsonaro (PSL) fez críticas ao comunismo e ao seu opositor Fernando Haddad (PT), citando também o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

“O vermelho é um sinal de alerta para o que não queremos no país. A nossa bandeira é verde e amarela e nosso partido é o Brasil”, diz a propaganda do candidato, citando o Foro de São Paulo, “grupo político com viés ideológico, comunista, de esquerda liderado por Lula e Fidel Castro”.

Bolsonaro agradeceu aos eleitores pelos votos no primeiro turno e a Deus por sua vida. O candidato está em recuperação após levar uma facada durante um ato público de campanha em 6 de setembro, em Juiz de Fora, em Minas Gerais.

Ao apresentar seu perfil, o capitão reformado do Exército de 63 anos, exibiu a família, a esposa Michelle e os quatro filhos homens e também falou, emocionado, sobre a filha caçula, Laura. “Uma confissão. Eu já tinha decidido não ter mais filhos […] Fui no Hospital Central do Exército e desfiz a vasectomia e mudou muito minha vida com a chegada da Laura”, disse.

Ao finalizar o programa, o candidato destacou sua atuação no Congresso Nacional, dizendo que é honesto, “nunca fez conchavos”e “sempre defendeu os valores da família”.

A propaganda fala também da união do país. “Chegou a hora de o Brasil se unir e virar a página do passado e eleger um presidente que vai fazer o país crescer”, diz o locutor da propaganda.

“Precisamos de políticos honestos e patriotas, que falem de tudo. Um governo que saia do cangote da classe produtora. Temos certeza que desta forma teremos uma grande nação”, diz Bolsonaro.