Arquivo diário: domingo, maio 7, 2017

No início desta semana, policiais militares do 12º Batalhão de Polícia Militar (12º BPM) recuperaram um veículo roubado em Serra do Mel, Oeste Potiguar.

Após denúncia, por volta das 17h, o veículo tipo Chevrolet/S10, de cor bege, placas de São Gonçalo do Amarante, com registro de roubo, foi localizado pelos militares em um matagal na Vila Santa Catarina, município de Serra do Mel.

O veículo foi apresentado na Delegacia de Polícia Civil, e, após os procedimentos legais, foi entregue ao respectivo proprietário.

Rio de Janeiro - Escoteiros do Rio de Janeiro participam do Grande Jogo Escoteiro de 2017, com tema sobre os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável da Organização das Nações Unidas (Fernando Frazão/Agência Brasil)

Fernando Frazão/Agência Brasil

Da Agência Brasil – Cerca de 4 mil escoteiros do Rio de Janeiro promovem hoje (7) seus jogos anuais no Aterro do Flamengo, na zona sul da cidade. O evento deste ano, porém, tem o apoio da Organização das Nações Unidas (ONU) que aproveitou a reunião de centenas de crianças e adolescentes para discutir seus Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).

“Os ODS são o tema do escotismo no Brasil inteiro neste ano, então estamos desenvolvendo essa temática nesta edição dos jogos. Eles estão divididos em diversas bases [grupos] e, em cada base, eles estão desenvolvendo um tema específico. Em uma das bases, por exemplo, eles estão desenvolvendo um projeto de energia solar em que eles vêem como a energia solar se aplica na prática. Em outra base, há um debate sobre erradicação de pobreza”, disse o presidente da seção do Rio dos Escoteiros do Brasil, Rubem Tadeu Perlingeiro.

Durante os Jogos, os escoteiros precisam executar uma série de atividades. Nos Jogos, os diversos grupos não competem entre si, mas sim consigo mesmo. Espera-se que os escoteiros atinjam um determinado padrão e quanto mais próximo desse padrão, mais bem classificados ficam os escoteiros.

Os ODS são 17 objetivos, com 169 metas propostas pela ONU em 2015 para serem atingidas por seus países-membros nos próximos 15 anos, como a erradicação da pobreza e o combate às alterações climáticas.

Foto: Arquivo

Quem trafega na Av. Salgado Filho, nas imediações do shopping Midway, no sentido bairro/centro deve ficar atento ao trânsito. É que a partir de segunda-feira (8), uma das faixas de rolamento estará fechada ao tráfego de veículos para obras da CAERN.

De acordo com o inspetor da STTU, Carlos Eugênio o trecho interditado será entre o antigo Restaurante Feijão Verde (Salgado Filho) e o cruzamento com a Av. Bernardo Vieira. A orientação da STTU é que os condutores de veículos particulares evitem a região nos horários de rush, principalmente entre 17h da tarde e 19h da noite. As opções de deslocamento para quem vai à região Sul da cidade nestes horários, são as avenidas Prudentes de Morais, Romualdo Galvão e Rui Barbosa.

A STTU informa ainda que a previsão é que o trecho seja liberado em três semanas. Até a liberação da via, agentes de trânsito estarão no local, orientando o trânsito.

Da Agência Brasil – A pauta do plenário da Câmara desta semana tem oito medidas provisórias (MPs) pendentes de aprovação pelos deputados. Entre as MPs que trancam a pauta está a 759/2016, que estabelece novas regras de regularização fundiária urbana e rural, inclusive na Amazônia Legal, e dispõe sobre a liquidação de créditos concedidos aos assentados da reforma agrária.

O texto institui ainda mudanças nos procedimentos de alienação de imóveis da União. A medida tramita em regime de urgência e foi analisada por uma comissão mista formada por deputados e senadores. A comissão aprovou, no último dia 3, o parecer do relator, senador Romero Jucá (PMDB-RR).

Desde dezembro, quando começou a tramitar no Congresso, a MP recebeu mais de 730 emendas. Entre as principais mudanças incluídas pelo relator, está o chamado direito real de laje, que permite que unidades habitacionais construídas na mesma superfície sejam registradas com matrículas diferentes (uma casa sobre a laje da outra, por exemplo).

O texto aprovado pela comissão também prevê que a regularização fundiária fora do Programa de Reforma Agrária incidirá somente sobre as áreas de até 2,5 mil hectares, limite estabelecido pela Constituição, em qualquer tipo de imóvel. O relatório prevê ainda a utilização do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para aquisição de imóveis da União, a gratuidade do registro para ocupantes de baixa renda e a possibilidade de o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) efetuar o pagamento em dinheiro das terras desapropriadas para reforma agrária, e não apenas com Títulos da Dívida Agrária (TDAs).

Esta MP é alvo de críticas de integrantes do movimento em prol da reforma agrária, que defende que as mudanças propostas pelo governo deveriam tramitar como projeto de lei para ter mais tempo de debate e alterações no texto. Eles consideram que, da forma como está, a MP pode privilegiar a ação de grileiros (pessoas que ocupam terras ilegalmente, usando documentos falsos para comprovar a posse) e contribuir para o aumento do desmatamento de áreas preservadas.

A reivindicação é compartilhada pelo Conselho Nacional dos Direitos Humanos (CNDH), que, na semana passada, recomendou à Presidência da República que a MP 759 seja retirada da pauta do Congresso Nacional. Para a maioria dos conselheiros do órgão colegiado responsável por promover e defender os direitos humanos, o presidente Michel Temer deve retirar a MP e abrir um processo de discussão com as instituições e entidades da sociedade civil ligadas ao tema.

O colegiado considera que a medida “padece de vícios de inconstitucionalidade formal e material” e prejudica as comunidades rurais ao modificar mais de 10 leis ordinárias aprovadas pelo Congresso Nacional, facilitando a concentração fundiária e, assim, potencializando os riscos de conflitos agrários violentos.

Se a medida for aprovada pela Câmara, segue para o plenário do Senado. O prazo final para apreciação da MP no Congresso Nacional foi prorrogado de final de abril para 1º de junho.

Uma jovem teve que ser socorrida para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA), após ficar ferida durante um assalto na zona rural de Macaíba.

A reportagem da CONNECTTV foi informada que a jovem estava jogando bola com  amigas na comunidade de Lagoa Seca, e nomento que estava indo embora por uma estrada de terra, foi surpreendida por um assaltante em uma moto. O homem não identificado, puxou a bolsa da vítima que acabou derrubando a jovem, que ficou  ferida.

O assaltante conseguiu fugir e até o momento não foi preso.

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Foto: Tribuna de Macaíba/ Ilustrativa

Este último sábado (06) em Macaíba foi marcado por longas filas da população em frente aos caixas eletrônicos da cidade. Era um pouco mais de 14hs quando o Macaíba no Ar esteve na Agência do Banco do Brasil, onde apenas um caixa estava realizando saque, em menos de 30 minutos de nossa presença na agência o dinheiro do caixa acabou.

Saindo da agência, a poucos metros dali tinha uma longa fila de pessoas dentro de uma Farmácia, de lá partimos para um supermecado onde após 15 minutos de nossa presença no local, constatamos que o caixa já não tinha mais dinheiro, uma fila com mais de 20 pessoas. Saindo da Avenida Mônica Dantas passamos em uma outra farmácia, esse na Professor Caetano, lá não estava faltando dinheiro no caixa eletrônico, mas após o caixa reiniciar, o mesmo não realizava saque os clientes que utilizam o cartão do Banco do Brasil que tivesse chip.

Conforme foi relatado acima, foram quatro pontos da cidade com longas filas e na metade desses pontos os caixas já não tinham mais dinheiro. Essa situação em Macaíba não é de hoje que a população vem sendo prejudicada, assim como o Comércio, que perde de vender pelo fato das pessoas não conseguirem realizar o saques por falta de dinheiro.

Agência Brasil

Divulgação

Da Agência Brasil

“Temos um conceito que a floresta é intocável, mas ela não é. A degradação da Amazônia não está vinculada à atividade florestal, está vinculada à pecuária e agricultura, principalmente. Ou seja, quanto mais madeira a gente usar na construção civil mais a gente vai ter floresta”, disse o arquiteto Roberto Lecomte, parceiro da organização ambientalista WWF-Brasil.

Ele explicou que, para os madeireiros responsáveis conseguirem desenvolver uma atividade econômica rentável, eles precisam ter mercado. “A gente acha que usar madeira acaba com a floresta e, na verdade, usar a madeira preserva floresta, porque ele [madeireiro] sabe que a madeira traz um retorno financeiro”, disse, observando que a Finlândia, por exemplo, possui 8% do mercado mundial de madeira e tem 80% de florestas originais.

A WWF-Brasil inaugurou esta semana um espaço no shopping CasaPark, em Brasília, para promover o uso sustentável e responsável da madeira na construção civil. A meta é recolocar a madeira no mercado, mostrando que existem tecnologias e soluções estéticas que permitem o uso desse material.

Amazônia tem grande potencial de produção de madeira

O especialista de conservação do WWF-Brasil, Ricardo Russo, explicou que a Amazônia tem um potencial muito grande de produção de madeira e que há técnicas de manejo da floresta sem danos permanentes. Ele ressalta, entretanto, que é preciso estar atento à origem da madeira, que deve ser rastreada ou certificada. “Tiramos do nosso discurso o termo madeira legal, porque uma madeira que vem de um desmatamento autorizado é legal, mas não é sustentável”, disse.

“Queremos também tirar da cabeça das pessoas duas imagens: da casa de madeira de tábua e mata-junta e da casa pré-fabricada que empena e entorta”, afirmou, contando que hoje existem tecnologias específicas para madeira, como a madeira laminada colada e o wood frame (painéis de madeira).

Segundo Russo, é errado pensar que substituir madeira por alumínio, por exemplo, é mais sustentável. Ele explica que os processos construtivos tradicionais são responsáveis por 47% das emissões de carbono e 60% dos resíduos sólidos das cidades.

A energia incorporada para produzir em madeira também é muito mais baixa, segundo o especialista, de 1.750 quilowatts/hora por metro cúbico de cimento para 350 quilowatts/hora por metro cúbico de madeira cerrada e laminada.

Ele conta que uma empresa paranaense já está trabalhando em conjuntos habitacionais em wood frame. “Eles já fizeram um prédio de quatro andares em 180 horas, inteiramente de madeira e que aceita outros revestimentos. Então, se a pessoa não gosta da aparência da casa de madeira, ela pode ter uma que não parece madeira”, disse, ressaltando a resistência, segurança e durabilidade da madeira, que ainda é mais leve e de fácil manuseio.

Diferente do que muitos pensam, construir em madeira não é mais caro que em alvenaria, segundo Russo, já que o tempo de construção e a geração de resíduos são menores, o que falta é conhecimento. Ele conta que a perda de material em um prédio de alvenaria é estimada em 30% e o tempo é 40% maior que de uma casa de wood frame. “Além da conta da sustentabilidade”, ressaltou.

Como é a exposição

O Espaço WWF tem 20 metros quadrados, mas possui um teto que avança sobre as áreas comuns do shopping e soma uma área total de 115 metros quadrados. A intervenção no telhado do centro de compras tem a primeira viga estrutural em madeira com dupla curvatura do Brasil.

Para montar o estande, foram usados 10 metros cúbicos de madeira, divididos em mais de 500 peças, tanto estruturais quanto decorativas.

Aproximadamente 6 toneladas de carbono estão estocadas no estande, disse Russo. O uso da madeira na construção também é uma ferramenta no combate aos prejuízos causados pelas mudanças climáticas, já que a madeira estoca carbono que seria lançado na atmosfera e agravaria os problemas climáticos existentes hoje.

Em sua montagem, o estande junta duas tecnologias: a madeira laminada colada, que permite desenhos em curvas nas peças de madeira e foi usada no teto; e o aproveitamento de madeira tropical, que constitui o piso e os elementos decorativos. A madeira laminada colada é de eucalipto (pinus) e a madeira tropical é o cambará, também conhecido como mandioqueira.

O arquiteto Roberto Lecomte é um dos responsáveis pela obra. A WWF-Brasil coordena o programa Madeira é Legal, um protocolo de intenções – assinado por 26 instituições – que busca incentivar o uso da madeira certificada na construção civil brasileira. É possível saber mais sobre o projeto e as vantagens de se construir com madeira na página www.wwf.org.br/madeiraelegal.

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As obras de duplicação do trecho nos 27 quilômetro da BR-304, também conhecido como “Reta Tabajara”, estão paralisadas desde o dia 25 de abril devido a uma vistoria realizada pelo Tribunal de Contas da União (TCU). Sendo o trecho localizado no município de Macaíba, Grande Natal, o prefeito Fernando Cunha (PSD) lamenta essa interrupção e espera que o órgão conclua logo as análises, devido aos transtornos que a obra proporciona à população.

A fiscalização executada pelo TCU é feita com a intenção de buscar mais informações técnicas, dados e justificativas mais detalhadas sobre o projeto. Apesar de ainda não ter constatado nenhuma irregularidade, as obras na Reta só retornarão quando o Corpo Técnico da Corte de Contas conclua as análises.

Fernando Cunha lamenta essas paralisações porque avalia que todo o canteiro de obra está trazendo diversos transtornos às pessoas. Para ele, questões como quebra-molas, cones, sinalizações extras, e diversos outros equipamentos usados para controle do tráfego na obra, vêm aumentando o número de assaltos e acidentes entre veículos.

Segundo o prefeito, um estudo de tráfego foi realizado há pouco tempo em Macaíba, e contatou-se que no município cerca de 20 mil carros transitam por dia. “Ela traz a principal via de acesso para quase todo interior do Rio Grande do Norte. Então com essa paralisação vai trazer muito prejuízo, não só para Macaíba, mas também para todos que usam a reta”, afirma.

Avaliando como importante que as inspeções sejam realizadas pelo TCU, o chefe do executivo, porém, espera elas sejam concluídas o mais breve possível, para o retorno das obras. “São quilômetros de congestionamentos que estão havendo. Não estou questionando essa vistoria, mas espero que o TCU retorne o mais rápido possível para acabar com o transtorno de todo mundo que precisa dela”, diz.

Orçada em R$ 237 milhões, as obras na Reta Tabajara pretendem duplicar cerca de 16 quilômetro, além de nove viadutos, cinco pontes e duas passarelas para pedestres e ciclistas. Sobre o produto final das obras, o prefeito destaca benefícios em diversas áreas, como desenvolvimento em zonas de processamento e exportação, por ela ser a principal via de deslocamento da Grande Natal, e dar acesso ao Aeroporto Internacional Augusto Severo.

Do Agora RN

No inicio da noite de hoje (06), mais uma ocorrência de violência foi registrada no município de Macaíba, cidade da região Metropolitana de Natal.

Dois homens em uma moto de modelo e placa não identificadas, realizaram uma tentativa de assalto no Loteamento Pinheiro, na rua do Coité.

Populares informaram a CONNECTTV, que um dos bandidos chegaram a colocar uma arma de fogo na cabeça de uma das mulheres que estava em via pública.

Na ação dos assaltantes, um deles chegou efetuar um tiro que atingiu um idoso na região da perna. A vítima foi socorrida por um veículo particular até a Unidade de Pronto Atendimento. O seu estado de saúde é estável.

Com informações da ConnectTV

Léo Cabral/Rede Sustentabilidade

A Rede Sustentabilidade no Rio Grande do Norte realiza nos próximos dias 12 e 13 de maio a sua segunda Conferência Estadual para debater a conjuntura política, os próximos passos do partido no estado e definir as suas estratégias para as eleições de 2018. Ainda nessa ocasião, também serão escolhidos os novos integrantes do Elo e da Executiva da REDE no estado. A abertura do encontro contará com a participação da coordenadora de Organização da Executiva Nacional da REDE, Heloísa Helena.

O evento acontece no Hotel Maine, que fica no bairro Lagoa Nova, em Natal (RN). A expectativa é de reunir militantes de diversas regiões do Rio Grande do Norte, dentro desse trabalho de fortalecimento e de se mostrar como uma alternativa para atualizar a política do estado, como também do país. As inscrições devem ser feitas por meio de um formulário online colocado à disposição pela REDE-RN na internet.

A abertura acontece às 18h do dia 12 de maio, com a presença de Heloisa Helena. Ainda nessa programação, ela e o porta-voz estadual da REDE-RN farão um debate sobre a atual conjuntura política do Brasil e também do estado, com a participação dos filiados presentes.

Mais informações: http://bit.ly/2qO2cfV